As autoridades libanesas contaram na quarta-feira 48 novas mortes nas últimas 24 horas, elevando o número total de mortos na ofensiva israelense que começou no início de março para 3.516, depois que a violência começou sem diminuir, apesar do anúncio de um recente acordo de redução da escalada entre Israel e o grupo xiita Hezbollah.

“O número total da agressão de 2 de março a 3 de junho é o seguinte: 3.516 mortos e 10.674 feridos”, disse o Centro Libanês de Operações de Emergência, parte do Ministério da Saúde Pública, num comunicado.

Isto representa um aumento de quase cinquenta mortes em relação aos números divulgados na terça-feira, quando o número de mortos era de 3.468, e o número de feridos aumentou quase uma centena nas últimas 24 horas.

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Entre os últimos ataques, seis sírios e palestinos foram mortos nos arredores da cidade de Tiro, no sul, e dois paramédicos foram mortos e outro ficou gravemente ferido na cidade de Shehour, no sul.

A violência continuou apesar da garantia do presidente dos EUA, Donald Trump, na noite de segunda-feira passada de que o grupo xiita libanês Hezbollah se tinha comprometido a pôr fim aos seus ataques ao território israelita e, em troca, o Estado judeu poria fim à sua ofensiva militar no Líbano.

Os dois países mantiveram esta quarta-feira uma ronda de diálogo em Washington, no meio da crescente pressão internacional para chegar a uma solução negociada para o conflito.

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Fontes governamentais confirmaram até agora a morte de pelo menos duas pessoas em vários bombardeamentos aéreos.

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