A atriz contou como foi entrar no mundo do entretenimento sem contatos: dormir no Retiro e tomar banho em teatros.

Conseguir um emprego no mundo do teatro não é fácil e muitas vezes é preciso fazer grandes sacrifícios. Foi isso que ele descobriu Inês Estevezquem foi convidado do programa “Mais um dia perdido” (Décimo terceiro). Durante a entrevista, a atriz contou como foi vir para Buenos Aires quando tinha 17 anos e não tinha dinheiro para pagar o aluguel.

Nesse contexto A mulher decidiu dormir no terminal do Retiro porque não tinha mais condições de arcar com nenhuma despesa. Embora sua família apoiasse sua decisão, eles não podiam ajudá-la financeiramente, então ela teve que tomar medidas drásticas. “Tinha dinheiro para comer, me movimentar, me vestir, mas não pagar aluguel”ele garantiu.

Além disso Ele usava os camarins do teatro para tomar banho enquanto comia na casa de alguns amigos. Apesar do mau momento, Estévez nunca pediu ajuda porque foi uma fase que teve de enfrentar para alcançar o seu sonho. A situação mudou quando Roberto, diretor da obra onde trabalhava, soube da situação.

Ele me disse: “Preciso de alguém para cuidar do meu gato e regar minhas plantas”. Você pode ficar na minha casa por um tempo?“Inês lembrou. Foi aí que a sua vida começou a melhorar, porque tinha onde ficar e descansar tranquilamente. Nesse sentido, destacou a importância do apoio do realizador. “Acordei com café. Era meu pai. Ele era meu segundo pai. E eis que o maluco morreu um ano depois do meu pai, na mesma data.”ele expressou tristemente.

Inés Estévez contou sobre seu sonho para as pessoas com deficiência

Inés Estévez com as filhas Cielo e Vida. Foto: IG.

A atriz compartilhou um de seus maiores sonhos relacionados à deficiência: para criar um lar acessível e de apoio para pessoas com deficiência que podem prestar-lhes cuidados e apoio quando os pais já não estiverem por perto para cuidar deles.

Com base na sua experiência pessoal, a artista, em conjunto com outras mães, contribui para a criação de uma associação cívica, cujo objetivo é angariar fundos para a implementação deste projeto. A ideia é criar um um espaço acolhedor com pessoal treinado e financiamento sustentávelo que garante a continuidade do cuidado, o apoio emocional e a inclusão social.

“Você acha que no dia em que for embora vai levar o menino com você, porque onde vou deixá-lo e quem vai cuidar dele?” disse Estévez, refletindo um dos medos mais profundos e comuns nas famílias cuidadoras.

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