Comandante do 2º Batalhão, mandado de ação expedido contra os acusados ​​por infrações graves

Veículos durante execução de mandados (Imagem: Divulgação)

Rafael Henrique Ruiz de Souza, preso nesta segunda-feira (1º) pelo BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) na Operação Malleus, acusado de participação no assassinato de Wilson dos Santos Alves, foi encontrado morto com uma corda no pescoço e as pernas amarradas. As prisões foram feitas em Campo Grande, Corimba e Água Clara.

Cinco pessoas ligadas a quadrilhas criminosas foram presas durante a Operação Malleus, conduzida pelo BOPE, em Campo Grande, Coramba e Água Clara. Os presos são acusados ​​de tráfico de drogas, homicídio, posse de armas ilegais e organização criminosa. O tenente-coronel Rigoberto Rocha disse que o crime organizado não atinge Mato Grosso do Sul e destacou que a Polícia Militar cumpriu 1.837 mandados de prisão no estado em 2025.

Conforme apurou a reportagem, além de Rafael, Kethelen Novas de Souza também foi presa em Coromba. O alvo em Água Clara era Erasmo Venâncio Barbosa. Rafaela Costa dos Santos e Rafael Macedo de Souza foram presos em Campo Grande. Segundo a polícia, os investigados têm histórico de crimes como tráfico de drogas, homicídio, porte ilegal de arma de fogo e crime organizado.

Em entrevista coletiva, o comandante do BOPE, tenente-coronel Rigoberto Rocha, disse que os alvos foram identificados após trabalho de inteligência da corporação e que a operação teve como foco o cumprimento de mandados de prisão contra investigados por crimes considerados graves.

Corpo de Wilson dos Santos Alves, sendo recolhido pela PAX (Foto: Reprodução/Diario Corambanes)
Comandante do BOPE, tenente-coronel Rigoberto Rocha, em entrevista (Foto: Bruna Marques)

Segundo o comandante, a Operação Malleus faz parte da operação em andamento da Polícia Militar para localizar foragidos da justiça. Segundo Rigoberto, neste ano a corporação emitiu 1.837 mandados de prisão em Mato Grosso do Sul.

Apesar dos presos serem identificados como membros ou associados a quadrilhas criminosas, o tenente-coronel afirmou que as organizações não exercem domínio sobre o Estado. “O crime organizado não domina em Mato Grosso do Sul. A Polícia Militar conhece seus criminosos, sabe onde eles estão e enfrenta esse tipo de ação”, declarou.

A prisão foi feita sem resistência e sem apreensão de armas ou drogas, pois a ação tinha como objetivo cumprir ordem judicial. Segundo o comandante, o plano envolvia observação antecipada dos alvos e atuação simultânea das equipes para evitar fugas.

Foram realizadas incursões em Campo Grande, Coramba e Água Clara. Além dos cinco presos, o BOPE informou que outras operações estão em andamento e que mantém integração com forças de segurança de outros estados para compartilhar informações sobre suspeitos e organizações criminosas.

Link da fonte