Sábado, 18 de abril de 2026 – 00h50 WIB
Jacarta – Em meio ao caso em andamento de supostas acusações grau falso 7º Presidente da República da Indonésia, Joko Widodo ou Jokowi ao palco da conferência, Polda Metro Jaya abriu uma oportunidade inesperada.
Acontece que o caminho pacífico através do mecanismo de justiça restaurativa (RJ) ainda pode ser prosseguido, mesmo quando o caso já está em curso.
O Diretor Geral de Investigação Criminal da Polda Metro Jaya, Comissário de Polícia Iman Imanuddin, enfatizou que a decisão de reconciliação está inteiramente nas mãos das partes envolvidas no caso.
“Se as partes concordarem em usar um mecanismo de justiça restaurativa, então o Estado fornecerá espaço com base na lei”, disse ele, citado no sábado, 18 de abril de 2026.
Ele acrescentou que o espaço para o RJ não só está disponível na fase de investigação, mas também permanece aberto quando o caso é entregue ao Ministério Público até entrar no processo de julgamento.
“E isso pode ser feito quer no processo de investigação na polícia, depois no processo de acusação mais tarde no Ministério Público, ou no processo judicial no tribunal”, disse.
Esta confirmação também sinaliza que o caso que envolve vários grandes nomes ainda tem potencial para terminar pacificamente, se houver um acordo entre o denunciante e os suspeitos.
O chefe da Divisão de Relações Públicas da Polda Metro Jaya, Kombes Pol Budi Hermanto, também enfatizou que a lei não visa apenas impor punições, mas também proporcionar um senso de justiça restaurativa.
“Quando a paz for alcançada, um pedido de desculpas sincero foi apresentado e a parte lesada perdoou. Então a abordagem da justiça restaurativa torna-se um caminho legal que deve ser apresentado”, disse Budi.
“A Polícia Nacional está presente como guardiã da vida, construtora da civilização e lutadora pela humanidade”, afirmou.
No desenvolvimento do caso, vários suspeitos, como Roy SuryoKurnia Tri Rohyani, Rustam Effendi, Muhammad Rizal Fadillah e Tifauziah Tyassuma, também conhecido como Dr. Tifa, optaram por continuar o processo judicial na Justiça porque não seguiram a rota do RJ.
Por outro lado, outros três nomes já surgiram do caso. Rismon Hasiholan Sianipar, Eggi Sudjana e Damai Hari Lubis receberam o SP3 depois de concordarem em fazer a paz com as partes relatoras, incluindo Jokowi.
O acordo de paz não é apenas uma formalidade. Os três teriam admitido os seus erros, bem como admitido a autenticidade dos diplomas anteriormente questionados nesta polémica.
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Com esta dinâmica, este caso entra agora em dois caminhos diferentes: alguns levam a provas em tribunal, enquanto outros terminam através de um acordo de paz. No entanto, uma coisa é certa: a porta para a reconciliação ainda está aberta, mesmo no meio do processo legal em curso.