Ontem, um grande número de muçulmanos rezou no Monte Arafat, o clímax do Hajj.
Desde o amanhecer, milhares de crentes vestidos de branco recitam versos do Alcorão na montanha rochosa de 70 metros (230 pés) perto de Meca, onde se acredita que o Profeta Muhammad (PECE) tenha proferido seu último sermão.
Os voluntários distribuíram água engarrafada, guarda-sóis e cestas de alimentos a dezenas de milhares de peregrinos enquanto se dirigiam ao Monte Arafat.
“É uma sensação indescritível”, disse Ahmoud Abou Elezz, um engenheiro egípcio de 35 anos, ao aproximar-se do Monte Arafat pela primeira vez.
Mais de 1,5 milhões de pessoas participaram no Hajj este ano, mesmo quando a guerra entre os Estados Unidos e Israel com o Irão lança uma sombra de guerra em todo o Médio Oriente.
Mais de 30 mil iranianos fizeram a viagem, cerca de um terço dos 86 mil inicialmente esperados. A agência de notícias estatal iraniana IRNA disse que a “situação de guerra” explica o declínio.
Apesar da guerra, as autoridades sauditas disseram no fim de semana que haveria mais peregrinos chegando do exterior este ano do que em 2025.
O Hajj é um dos cinco pilares do Islã e deve ser realizado pelo menos uma vez por todos os muçulmanos capazes.
Depois de deixarem o Monte Arafat, os peregrinos pernoitarão em Muzdalifah, onde começarão hoje a recolher seixos para a cerimónia simbólica de “apedrejamento do diabo” em Mina.










