Clive Davis, magnata da música por trás de Whitney Houston e Bruce Springsteen, morre aos 94 anos

Dois anos depois, ele deu valiosos conselhos de carreira a Bruce Springsteen, que recentemente assinou contrato com a Universidade de Columbia por incríveis US$ 25 mil.

Enquanto assistia às primeiras apresentações do músico, Davis observou que ele raramente saía do microfone e oferecia conselhos.

“Eu disse: ‘Se isso não parece natural para você, não faça isso, mas conheço o potencial dessas músicas para levá-lo a uma ação mais física'”, Davis lembrou mais tarde à revista People.

Algumas semanas depois, ele voltou a um clube em Greenwich para assistir ao jogo de Springsteen.

“Fiquei chocado”, disse ele. “Ele pulava em todas as mesas… ele era um dervixe rodopiante.

“Não é apenas o esporte, é o espírito dele. É estimulante.”

Mais tarde, Davis foi aos bastidores para conversar com Springsteen.

“Cheguei ao camarim. Lembro-me de abrir a porta e ele olhou para cima e disse: ‘Clive, já me mudei o suficiente para você esta noite?'”

Apesar de seu sucesso, ele foi expulso da Universidade de Columbia quando a empresa o acusou de usar fundos da empresa para pagar despesas pessoais, incluindo o bar mitzvah de seu filho.

Davis foi acusado de seis acusações de evasão fiscal. Ele admitiu uma acusação, mas foi absolvido em todas as outras acusações.

Em poucos meses, Davis lançou sua própria marca, Arista. Ele alcançou sucesso comercial imediato ao contratar Barry Manilow; e recebeu elogios da crítica pelo lançamento do influente álbum de estreia de Patti Smith, Horses.

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