Nadia Massih tem o prazer de dar as boas-vindas a David Sacks, bolsista de Estudos Asiáticos do Conselho de Relações Exteriores (CFR). As questões relacionadas com Taiwan, a soberania dos semicondutores, a diplomacia comercial e a segurança energética do Médio Oriente estão a tornar-se parte integrante da competição estratégica mais ampla entre os Estados Unidos e a China. Sachs retrata relacionamentos que são definidos não por confrontos dramáticos, mas por silêncios seletivos, prioridades transacionais e ambiguidade cuidadosamente gerenciada. Seja observando que “Taiwan não está realmente na agenda de Washington”, alertando que permitir o acesso da China a semicondutores avançados “seria uma coisa má”, ou afirmando que Pequim “não agirá apenas como um representante dos interesses dos EUA”, Sacks destaca os mecanismos ocultos da competição entre grandes potências.

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