Como integrante da histórica banda Apollo o guitarrista Carlos Allomar já trabalhou com inúmeros ícones musicais Chuck Berry De James Brown a Chic a David Bowie. Compartilhar o palco com esses músicos, por muito tempo ou pouco tempo, permitiu a Alomar uma visão próxima e pessoal de como esses músicos escreviam, ensaiavam, tocavam e interagiam com seus pares. Às vezes, esses hábitos e práticas levam a relacionamentos colaborativos produtivos e dinâmicos. Outras vezes… nem tanto.

Tomemos, por exemplo, uma das memórias mais claras de Aloma do falecido e grande Chuck Berry, que Aloma compartilhou Entrevista de 2025 com guitarrista. “Recebi um telefonema sobre fazer um trabalho na Rye Playland”, lembra Alomar. “Era um parque de diversões. Mas eles tinham entretenimento sob a grande tenda e tudo mais. Cheguei lá e Chuck Berry veio até nós com sua guitarra elétrica e disse: ‘Quando eu fizer isso’, e ele se move para o lado com seu cabeçote, ‘Pare’. ‘E quando eu gosto’, e ele move o cabeçote para cima e para baixo, ‘você toca.’ Foi isso.”

Descrevendo-se como tendo “vinte e poucos anos e sendo ingênua”, Alomar disse que chamou Berry ao sair da sala. “Eu disse: ‘Com licença, Sr. Berry, vamos ensaiar?’ O cara se virou, olhou para mim e disse: ‘Filho, não estou ensaiando rock’n’roll.’ Ele se virou e saiu.

Chuck Berry foi um dos muitos grandes nomes com quem Carlos Alomar trabalhou

Carlos Alomar parece normal ao falar sobre suas primeiras lembranças com Chuck Berry O ícone do rock por trás dos sucessos Como “Maybellene” e “Johnny B. Goode”. Até os Rolling Stones Keith Richards trocou palavras com Berry. O guitarrista era notoriamente abrasivo, sensato e agressivamente avesso a sentir que seu tempo estava sendo desperdiçado. Mas mesmo sem todo o incrível comportamento de confronto, Alomar disse que tocar com Berry foi “incrível, e até hoje ainda ajo como Chuck Berry. Para mim, a maior lição foi que você não pratica rock ‘n’ roll. Ou você sabe disso ou não.”

“Também descobri que você não falou com Chuck. Chuck falou com você.” Alomar admitiu que se lembra de Berry como um “bêbado por dinheiro”, mas esclareceu que sabia que o falecido músico não tinha tudo. “Você só se lembra da última experiência que teve com alguém. É como uma música. Você pode fazer uma música inteira. Mas se você bagunçar o final, tudo que você lembra é o final bagunçado. Chuck Berry é como aquela música.”

Se Alomar pensava que Berry era um hard rock ‘n’ roll, ele teve um rude despertar quando saiu brevemente para a estrada com James Brown. Depois de perder uma deixa improvisada no palco, Alomar se lembra de ter arrecadado seu dinheiro e percebe que sua parte foi curta. “Olhei para o cara e disse: ‘Ei, não há US$ 20′” Alomar disse uma vez Mundo da guitarra. “Ela disse: ‘Sim, o Sr. Brown disse que você não revidou’. Eu era inteligente. Meu pai me deu um mantra: ‘Se você não consegue explicar, defenda.’ Então, aprendi a falar bem rápido e a explicar o que queria e fui demitido.”

Foto de Luciano Vitti/Getty Images

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