MIA está processando Kid Cudi em US$ 2,8 milhões por sua decisão de removê-lo de sua turnê após comentários polêmicos que ele fez no palco sobre imigrantes no mês passado.
“Aqui está a verdade”, diz a queixa apresentada pela MIA ao tribunal federal em 29 de maio. “A MIA foi rescindida para promover a turnê, que estava tendo dificuldades para vender ingressos.
Os representantes de Cudi não responderam ao pedido de comentários sobre o caso.
A MIA alega que deve US$ 2,8 milhões em garantias por suas apresentações à promotora de turnês Live Nation, que não é citada como réu na denúncia. Ele também disse que foi privado de mercadorias e vendas VIP e, mais importante, ele e seu filho receberam ameaças de morte desde o início da polêmica.
O artista, que já causou polêmica com suas declarações políticas no passado, enfrentou sérias reações do público durante a apresentação de abertura da turnê, no final de abril, devido às suas declarações referindo-se aos imigrantes como “ilegais”.
Em sua denúncia, ele alegou que seus comentários não tinham a intenção de ser depreciativos e que ele e sua equipe também eram ilegais, acrescentando que lamentava o ICE e havia dito anteriormente que a turnê “foi cancelada porque ele era um americano que votou nos republicanos”.
Quando Kudi anunciou que MIA estava saindo da turnê no mês passado, ele disse: “Eu disse ao meu empresário para enviar uma notificação à equipe deles antes de começarmos a turnê, avisando-os que eu não queria nada ofensivo em meus shows porque eu já sabia que horas eram”.
Em sua denúncia, MIA disse que a declaração de Cudi era “cheia de mentiras. Ele conhecia sua política. Ele conhecia sua música. Ele sabia que não ficaria calado no palco. Ele a convidou de qualquer maneira”.










