O que é a doença de Parkinson?

De acordo com o site do Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido, a doença de Parkinson é uma doença na qual partes do cérebro são gradualmente danificadas ao longo de muitos anos.

Quais são os sintomas?

O NHS disse que três sintomas principais incluem tremores ou tremores, movimentos lentos e rigidez muscular.

Outros sintomas incluem problemas de equilíbrio, perda de olfato, dores nos nervos, sudorese excessiva e tontura.

Algumas pessoas também apresentam privação de sono, salivação excessiva e problemas de deglutição, levando à desnutrição e desidratação.

Quais são os primeiros sinais?

Os sintomas podem aparecer gradualmente, às vezes começando com um tremor quase imperceptível em uma parte do corpo.

Nas fases iniciais, as pessoas podem ter pouca ou nenhuma expressão e os braços podem não balançar quando andam.

A fala também pode ficar suave ou arrastada, o que pode piorar com o tempo.

Qual é o motivo?

Alguns cientistas acreditam que uma combinação de fatores genéticos e ambientais é a causa da doença de Parkinson.

Ocorre depois que uma pessoa perde células nervosas em uma parte do cérebro.

No entanto, atualmente não está claro por que ocorre a perda de células nervosas associada a essa condição, mas pesquisas estão em andamento para determinar a causa potencial.

Os cientistas dizem que os factores genéticos aumentam o risco de uma pessoa desenvolver a doença, pelo que esta pode ocorrer em famílias.

O NHS England afirma que outros factores que contribuem para a doença incluem questões ambientais, como a poluição, embora a ligação não tenha sido estabelecida de forma conclusiva.

Como diagnosticar?

Nenhum teste pode mostrar conclusivamente se uma pessoa tem a doença, mas os médicos podem fazer um diagnóstico com base nos sintomas, no histórico médico e no exame físico.

Os especialistas pedem aos pacientes que escrevam ou desenhem, caminhem ou falem para verificar quaisquer sintomas comuns.

Eles podem até verificar se há dificuldade com expressões faciais e movimentos corporais lentos.

Quantas pessoas são afetadas?

De acordo com a instituição de caridade Parkinson’s UK, cerca de 145.000 pessoas no Reino Unido têm a doença de Parkinson.

O que acontece se alguém for diagnosticado?

Segundo a instituição de caridade, é uma exigência legal entrar em contato com o DVLA, pois as pessoas diagnosticadas precisam passar por uma avaliação médica ou de direção.

A organização aconselha ainda que contactem qualquer seguradora e se informem sobre os apoios financeiros disponíveis.

As pessoas também são incentivadas a praticar mais exercícios.

Pode ser tratado?

Embora não haja cura, existem muitos tratamentos que podem ajudar a reduzir os sintomas.

Os principais tratamentos incluem medicamentos, exercícios, terapia e cirurgia, que podem ajudar as pessoas de diferentes maneiras.

Quais opções de medicamentos estão disponíveis e quais são os efeitos colaterais?

Os medicamentos podem ajudar a melhorar os principais sintomas da doença de Parkinson, como tremores e problemas de movimento.

Existem três tipos principais comumente usados: levodopa, agonistas da dopamina ou inibidores da MAO-B. Cada um afeta as pessoas de maneiras diferentes.

Esses medicamentos têm alguns efeitos colaterais, incluindo comportamento impulsivo e compulsivo, alucinações, problemas de sono e alterações na pressão arterial.

Quais tratamentos estão disponíveis?

Pessoas com doença de Parkinson têm acesso a uma variedade de tratamentos através do NHS.

Isso inclui fisioterapia para reduzir a rigidez muscular, terapia ocupacional para ajudar nas tarefas diárias e aconselhamento de fala e linguagem.

Isso mudará seu estilo de vida?

A esperança de vida não mudará muito para a maioria das pessoas, mas sintomas mais graves podem levar a um aumento da incapacidade e a problemas de saúde.

Também pode causar alguns problemas cognitivos e alterações no humor e na saúde mental.

Os cientistas incentivam as pessoas com doença de Parkinson a se exercitarem mais. Apenas 2,5 horas por semana são suficientes para retardar a progressão dos sintomas.

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