VAR resgata Egito, dá ao Irã uma espera nervosa enquanto a Bélgica vence o Grupo G

O Irã enfrenta uma espera ansiosa para ver se conseguirá avançar para a fase eliminatória da Copa do Mundo, depois de recuperar de uma desvantagem para empatar em 1 x 1 com o Egito e terminar em terceiro no Grupo G na sexta-feira.

O Egito, cuja classificação para as oitavas de final já estava garantida, assumiu a liderança logo aos cinco minutos, por intermédio de Mahmoud Saber, antes de Ramin Rezaeian empatar de ângulo apertado aos 14 minutos de um início agitado.

Mehdi Taremi, do Irã – que teve um pênalti defendido no primeiro tempo – acertou a trave com uma cabeçada tardia, antes de Shoja Khalilzadeh pensar que havia marcado uma vitória dramática aos 93 minutos, mas foi considerado impedido.

O Irã está em terceiro com três pontos e deve aguardar a confirmação de que será um dos oito terceiros colocados.

O empate significa que o Egito termina em segundo com cinco pontos, atrás da Bélgica no saldo de gols, depois que os Red Devils venceram a Nova Zelândia por 5-1.

Leandro Trossard marcou duas vezes pela Bélgica, que garantiu a primeira posição no Grupo G e uma vaga nas oitavas de final, enquanto os Kiwis foram eliminados do torneio.

A Bélgica terminou acima do Egito no saldo de gols, depois de ambos terminarem com cinco pontos em três jogos, seguida pelo Irã com três pontos e pela Nova Zelândia com um. Na outra partida do grupo, o Egito empatou em 1 a 1 com o Irã.

A Bélgica enfrentará a seguir um dos oito melhores terceiros colocados.

Os belgas dominaram desde o início e foram a única equipa a ameaçar no primeiro jogo, aproveitando a maior parte da posse de bola.

Trossard pensou ter dado a vantagem à Bélgica aos 11 minutos, apenas para ver o seu remate acertar no poste e saltar para a segurança.

Minutos depois, a Bélgica recebeu um pênalti depois que o zagueiro neozelandês Finn Surman foi atingido no braço por um chute de Trossard. Porém, após revisão do VAR, o árbitro determinou que o braço de Surman estava em posição natural e anulou a decisão.

A pressão da Bélgica finalmente fez sentido aos 28 minutos, quando Trossard converteu um cruzamento de Kevin De Bruyne à queima-roupa, finalizando uma jogada bem trabalhada para abrir o marcador.

Trossard (31) aumentou a vantagem da Bélgica aos 50 minutos, combinando novamente de forma eficaz com De Bruyne ao receber um passe em profundidade, controlá-lo no peito e rematar à queima-roupa.

A Nova Zelândia ameaçou quando Elijah Just forçou Thibaut Courtois a entrar em acção aos 54 minutos, com o guarda-redes a mergulhar rasteiro para desviar o seu primeiro remate à baliza.

De Bruyne fez o terceiro logo depois, rebatendo rasteiro na entrada da área após assistência de Trossard, dando um toque com o pé esquerdo antes de mandar a bola para o escanteio. O jogador de 34 anos tornou-se o jogador mais velho a marcar pela Bélgica num Mundial.

O gol atraiu gritos de “Oh Kevin De Bruyne” dos torcedores belgas no BC Place, onde os dois torcedores compareceram em grande número.

A Nova Zelândia reduziu aos 84 minutos, mas Lukaku restaurou a vantagem de três gols da Bélgica com um cabeceamento poderoso, antes que o também substituto Alexis Saelemaekers marcasse o quinto nos acréscimos para coroar uma noite miserável para a Nova Zelândia, que ainda espera sua primeira vitória na Copa do Mundo.



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