A nova cor de cabelo de Tadej Pogacar está causando muitas reações às vésperas do início do Tour de France. E por um bom motivo: o cabelo oxigenado tem sido frequentemente alvo da crença de que é usado para mascarar o doping.
Tadej Pogacar apareceu na apresentação das equipes do Tour de France, sexta-feira, 3 de julho, às vésperas do grande início da edição de 2026, em Barcelona, com cabelos oxigenados que causaram muitas reações. “E tipo, cabelo oxigenado é normal, ninguém vai falar nada???” lançou, por exemplo, um comentarista nas redes sociais. Uma implicação significativa, pois refere-se a uma crença generalizada desde a década de 1990: que esta descoloração permitiria que certos controlos antidopagem fossem contornados por testes capilares. Foi particularmente alimentado por imagens da equipa Mercatone-Uno de Marco Pantani, onde vários membros usaram este penteado ou, obviamente, por Richard Virenque durante os seus anos Festina.
No entanto, parece difícil garantir que a simples coloração do cabelo possa evitar ser considerada dopante, num desporto altamente controlado onde os testes são principalmente de sangue ou urina.
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Tadej Pogacar, por sua vez, já havia utilizado essa cor em fevereiro do ano passado. Ele então explicou que era uma homenagem ao Eminem, um rapper famoso que também tinha essa cor loira platinada. Questionado em Barcelona antes do início do Tour de France de 2026, o esloveno, favorito a vencer a prova pela quinta vez, explicou que não havia simbolismo por trás deste novo penteado: “Tive que cortar o cabelo e sobrou algum produto de peróxido de um pouco mais cedo na temporada”.








