O Seleção argentina ele não apenas selou seu ingresso para a grande final WC 2026 após deixar a Inglaterra no caminho, ele também recebeu notícias confirmando seu maravilhoso presente: recuperou o primeiro lugar no ranking da FIFA.
Essa movimentação na tabela foi possível graças à vitória na semifinal e ao mesmo tempo tropeçou para a França – que estava na liderança – que caiu para a Espanha na respectiva chave. Com este resultado, a seleção francesa caiu para o terceiro lugar, enquanto a “La Roja” subiu para a segunda posição, abrindo caminho para a equipa de Lionel Scaloni regressar ao topo.
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O caminho de volta ao topo
A liderança da Albiceleste não é um acidente, mas fruto de um trabalho persistente. A Argentina já havia começado esta Copa do Mundo como número um, posição pela qual lutou centímetro a centímetro durante o desenvolvimento do torneio, sofrendo oscilações nas passagens finais antes das semifinais.
A consolidação ocorreu meses atrás, quando a Argentina aproveitou os reveses dos rivais diretos na última janela da FIFA: enquanto a França perdeu para a Costa do Marfim e a Espanha empatou com o Iraque, liderada por Scaloni somou pontos-chave em amistosos contra Honduras e Islândia. Essa consistência, somada ao desempenho superlativo na Copa do Mundo, permitiu que a seleção voltasse a ocupar aquela posição privilegiada.
A “maldição” que a seleção argentina tenta quebrar
Apesar da euforia da volta ao primeiro lugar, há um fato histórico circulando nos corredores da FIFA que costuma gerar murmúrios na preparação para a final: a “maldição” do líder.
Desde a implantação do moderno sistema de classificação, nenhuma seleção que iniciou a Copa do Mundo ocupando o primeiro lugar do ranking conseguiu sagrar-se campeã ao final da competição. Esta é uma estatística infeliz que a Argentina tem agora nas mãos a oportunidade de derrubar.
Missão dupla na final
O próximo jogo não será apenas mais um. A seleção argentina enfrenta uma final com dois objetivos claros: o primeiro, e mais importante, édefender o título obtido no Catar e alcançar a glória máxima. A segunda, de natureza histórica, É para mostrar que os números foram feitos para serem quebrados.
Com o orgulho de ser mais uma vez o melhor time do mundo segundo o ranking oficial e o apoio de um jogo que tem mostrado caráter nos momentos difíceis, a Albiceleste está a apenas 90 minutos de escrever um novo capítulo que pode mudar para sempre a história das estatísticas mundiais.
PA







