O presidente de operações de beisebol do New York Mets, David Stearns, está sob pressão para salvar a temporada de 2026.
O técnico Carlos Mendoza foi demitido na sexta-feira, encerrando o decepcionante início de temporada do Mets.
Stearns − Mendoza voto de confiança Em 1º de maio, ele disse que não considerava o início lento do Mets um “problema do técnico”.
Mendoza pode não ser o único dominó que caiu. Stearns foi questionado se ele também havia considerado renunciar. Ele respondeu, claro que não, dizendo que achava que o histórico do Mets “mostra alguns dos progressos que a organização fez”.
O Mets precisa mostrar melhorias. Caso contrário, David Stearns poderá ser o próximo.
Stearns e a diretoria podem sentir que estão fazendo progressos, mas serão julgados pelo seu histórico no Mets no final da temporada. Esse progresso é difícil de ver, já que o Mets avançou para o porão do NL East na sexta-feira com um recorde de 34-47.
Da mesma forma, Stearns não fez nenhum favor a si mesmo com suas jogadas fora de temporada. Suas contratações de agente livre mais notáveis, o mais próximo Devin Williams e os jogadores de campo Bo Bichette e Jorge Polanco, tiveram dificuldades com o Mets. O segunda base Marcus Semien e o outfielder Luis Robert Jr., que Stearns adquiriu por meio de uma troca, também estão passando por dificuldades e estão na lista de lesionados.
Stearns está plenamente consciente do histórico do New York Mets. Mesmo que você pense que está melhor do que nunca. Se esta luta continuar, Stearns não terá mais ninguém para culpar pelo seu fracasso.








