Renato Veiga minimizou a ideia de que Portugal era o favorito à entrada no Mundial, mas insistiu que a equipa de Roberto Martinez era candidata na América do Norte.
Portugal inicia a sua campanha no Grupo K no dia 17 de junho, frente à RD Congo, sendo o Uzbequistão e a Colômbia os outros adversários na primeira fase do torneio.
A Seleção terá um amistoso pré-torneio extra contra a Nigéria na quarta-feira, enquanto busca dar continuidade à vitória por 2 a 1 sobre o Chile, jogo que viu Rafael Leão ser expulso.
Portugal nunca ganhou um Campeonato do Mundo, tendo o seu melhor resultado sido o terceiro lugar na edição de 1966, em Inglaterra, enquanto foi eliminado nos quartos-de-final, no Qatar, há quatro anos.
A equipe de Martinez teve 7% de chances de vencer a Copa do Mundo pelo supercomputador Opta, que ocupa o quinto lugar nas simulações pré-torneio.
E Veiga, que fez parte da seleção de Portugal que venceu a Liga das Nações no ano passado, acredita que a sua equipa tem todas as hipóteses de competir nas últimas fases.
“Não há dúvidas sobre a qualidade de Portugal”, disse o defesa-central do Villarreal na segunda-feira. “Somos candidatos, não favoritos. Por enquanto, somos apenas candidatos.”
Portugal convocou uma forte convocação de 26 jogadores para a Copa do Mundo, com Cristiano Ronaldo sendo o capitão de seu país naquela que será sua sexta participação na fase final.
Bruno Fernandes, do Manchester United, também entra no torneio depois de uma excelente campanha individual na Premier League. Ele quebrou o recorde de assistências em uma única temporada na competição, com 21 em 2025-26.
Nuno Mendes, João Neves, Vitinha e Gonçalo Ramos ajudaram o Paris Saint-Germain a manter os títulos da Ligue 1 e da Liga dos Campeões e Veiga acredita que uma mentalidade vencedora no plantel será fundamental no Mundial.
“Acho que o nosso balneário é o nosso maior trunfo”, acrescentou Veiga. “O ambiente é muito bom, com ótimas pessoas, e isso nos ajuda a expressar o nosso melhor em campo.
“Quem jogar certamente dará o seu melhor. É claro que há sempre competição no grupo, mas a verdadeira competição está lá fora, com os nossos adversários”.









