Emiliano “Dibu” Martínez Ele mais uma vez fez história no futebol mundial. Com a recente inauguração do Aston Villa na Liga Europa – após vencer o Freiburg por 3 a 0, em Istambul – o goleiro argentino alcançou um sonho e um recorde perfeito: ele venceu todas as sete finais que disputou como profissionale tornou-se um verdadeiro amuleto de vitória tanto a nível de clubes como da seleção argentina.
Dibu Martínez sagrou-se campeão da Liga Europa: gol de Emi Buendía pelo título do Aston Villa
O nascimento de um recorde imbatível
A trajetória impressionante do nativo de Mar del Plata começou na Inglaterra vestindo a camisa do Arsenal, onde venceu a FA Cup 2020 contra o Chelsea e, meses depois, o Community Shield contra o Liverpool nos pênaltis.
Sua mística vencedora foi imediatamente transferida para a seleção argentina, tornando-se o esteio da era Lionel Scaloni. Com a Albiceleste, o “Dibu” empatou quatro títulos consecutivos sem fissura: a histórica Copa América 2021 no Maracaná, a Finalíssima contra a Itália, a inesquecível Copa do Mundo no Catar 2022 e a Copa América 2024 contra a Colômbia. A recente Liga Europa com o Aston Villa, que quebrou uma seca de mais de quatro décadas para o clube inglês, coroa uma estatística sem precedentes.
Após a celebração, Martínez não escondeu a emoção e o forte vínculo que o une à instituição de Birmingham, bem como confessou o enorme sacrifício físico que fez para estar presente no jogo decisivo. “O Aston Villa é como minha família. Cada vez que jogo defendo esse gol com muito orgulho”, disse o goleiro, que também revelou um fato chocante: Ele jogou a final com um dedo quebrado em uma das mãos.
Nosso objetivo é a Supercopa e a Copa do Mundo em 2026
Apesar dos esforços e da lesão, a equipe médica descartou qualquer risco de gravidade, por isso a preparação do goleiro para WC 2026 —onde a Argentina tentará renovar o título—não será afetado.
Antes da Copa do Mundo, “Dibu” terá a oportunidade imediata de estender sua série perfeita para oito coroas. Em agosto, o Aston Villa disputará a Supertaça Europeia frente aos campeões da Liga dos Campeões (a decidir entre PSG e Arsenal), no que promete ser um novo capítulo para o guarda-redes que se habituou a nunca perder uma final.
PA










