Marsch fez uma declaração bizarra em suas críticas ao ‘defensivo’ marroquino após seu nocaute canadense.

Jesse Marsch usou um exagero quando disse que “preferia” jogar contra o Canadá do que contra o Marrocos, depois de levar o Marrocos à derrota na Copa do Mundo.

O Canadá teve um desempenho impressionante na estreia nas oitavas de final da Copa do Mundo, mas foi eliminado pelo Marrocos. O grande Azzedine Ounahi.

Les Rouges, que reescreveram o livro dos recordes ao marcar seu primeiro gol na Copa do Mundo, sua primeira vitória na Copa do Mundo e sua primeira vitória na fase eliminatória deste torneio, dominaram por longos períodos contra o Marrocos, sétimo colocado do mundo, mas lamentaram oportunidades perdidas, erros caros e a ausência do talismã Alphonso Davis.

“Estou muito orgulhoso de ser o técnico da seleção canadense. Por mais orgulhoso que esteja, estou ainda mais orgulhoso da forma como nossos jogadores jogaram hoje”, disse Marsch aos repórteres.

Davis jogou apenas alguns minutos no torneio e perdeu um jogo devido a uma distensão no tendão da coxa.

“Queremos que os jogadores em campo estejam 100 por cento. Ainda não cheguei lá”, disse Davis aos repórteres. “Foi muito difícil sentar lá e assistir ao jogo sabendo que não estava 100 por cento.”

Marsch disse que o Canadá mostrou ao longo do torneio que pertence à elite mundial.

“Antes de hoje, se você tivesse me dito que seu time jogaria dessa maneira, eu teria dito: ‘Tudo bem, há uma boa chance de vencermos o jogo’”, disse Marsch.

“No primeiro tempo achei que tínhamos o controle total do sétimo melhor time do mundo. Controle total. Tínhamos um time em campo e não podíamos jogar.

“Mesmo no início do segundo tempo fomos agressivos e parecíamos ser o time que tinha mais chances de marcar.”

O primeiro gol do Marrocos mudou a aparência do jogo, permitindo que a seleção norte-africana ficasse mais recuada enquanto o Canadá buscava o empate, disse Marsch.

A tarefa do Canadá se tornou imensamente mais difícil com a perda do lateral Davis, do Bayern de Munique. A lesão arruinou a Copa do Mundo de Davis.

“Eu não estava me sentindo bem no treino ontem, então fiz uma ressonância magnética e ficou claro, mas meu tendão não estava bem”, disse Marsch.

“Isso o matou mais do que qualquer outra pessoa, mas acho que foi a decisão certa preservar ele e sua carreira e deixá-lo totalmente saudável.”

O técnico americano pediu a seus jogadores e ao futebol canadense como um todo que vejam o torneio como um trampolim e não como uma oportunidade perdida.

Marsch, que acenou para câmeras de televisão enquanto reunia o time em campo para uma reunião pós-jogo, disse que a tarefa do Canadá agora é elevar o padrão estabelecido durante o torneio.

“Eu os desafiei a entender que sempre podemos jogar assim”, disse ele. “Contra o melhor time do mundo, podemos ser melhores naquele dia.

“O desafio é: podemos manter esse padrão por 90 minutos? Podemos continuar a aprofundar o que fazemos com o time? Podemos construir um DNA verdadeiramente canadense no futebol que queremos jogar?”

Para Marsch, a primeira campanha do Canadá em casa na Copa do Mundo terminou em desgosto, mas também havia a crença de que o programa havia entrado em uma nova era.

“É um privilégio ter a equipe do Canadá competindo em um nível que não poderíamos ter sonhado há 10 anos”, disse ele.

“Com esse entusiasmo vêm maiores expectativas. Ninguém está mais decepcionado do que nós, mas devemos continuar a pensar e a resolver como podemos ser melhores cada vez que estamos juntos.

“É um privilégio para os nossos adeptos apoiar a sua equipa desta forma, não jogar defensivamente depois do jogo e mostrar-lhes que podem ser melhores.

“É claro que temos de enfrentar cada vez mais estas situações e depois encontrar uma forma de ter sucesso e construir a partir disso. Quero ser nós e não eles. Por mais que goste de Marrocos, quero ser nós.”



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