Às vésperas das quartas de final da Copa do Mundo entre França e Marrocos, a coletiva de imprensa de Didier Deschamps teve um final agitado. Frustrados por não poderem fazer mais perguntas, vários jornalistas marroquinos questionaram fortemente o treinador dos Blues.
A tensão aumentou ainda antes do início das quartas-de-final entre França e Marrocos. Esta quarta-feira, em Foxborough, durante a conferência de imprensa de Didier Deschamps, organizada na véspera do confronto com os Leões do Atlas, o tom subiu entre o treinador e os jornalistas marroquinos.
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Enquanto o treinador francês se preparava para sair da sala, vários jornalistas marroquinos manifestaram o seu descontentamento. “Tínhamos apenas 17 minutos, normalmente temos 30 minutos”, disse um deles. Depois multiplicaram-se as censuras: “Não é normal, senhores, temos o direito de fazer perguntas. Só os franceses têm a palavra e nós não… Nós os respeitamos, mas vocês devem responder”. Diante dessa insistência, Didier Deschamps, que já estava de saída, finalmente ocupou seu lugar por alguns momentos.
“Se 50 de vocês levantarem a mão…”
O treinador francês fez questão de explicar as limitações do seu calendário. “Desculpe, estou almoçando, é treino”, respondeu ele. Depois lembrou com calma que lhe era impossível agradar a todos: “Mas quantos de vocês estão aí? Se são 50 que levantam a mão, não posso responder a todas as perguntas.
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Uma última questão foi finalmente colocada por um jornalista marroquino, relativa às comemorações observadas no treino dos Blues e a um possível excesso de confiança antes dos quartos-de-final. O treinador descartou essa ideia, certificando-se de que o seu grupo “não estava eufórico” poucas horas antes de um encontro que os franceses sabem ser particularmente delicado contra Marrocos.





