Empate 1-1 entre Boca Juniors e Cruzeiro do Brasil deixou um clima de alta tensão Copa Libertadores. Após as fortes reclamações da equipe local sobre as decisões da arbitragem, a Conmebol divulgou os sons do VAR para esclarecer as duas jogadas que caracterizaram o andamento da partida nos minutos finais.

VAR e Valenzuela, no olho da tempestade: as três polêmicas que fizeram explodir todo o Boca

Por que o gol de Merentiel foi negado

A primeira grande polêmica ocorreu aos 90 minutos, quando o gol do uruguaio foi anulado Miguel Merentiel o que significou o triunfo do Boca. Do banco do VAR, eles apoiaram a decisão do árbitro ao detectar uma entrega anterior Milton Delgado.

A explicação do VAR: “Ele bloqueia a bola com o braço, que estava em uma posição não natural e ocupava espaço, criando assim uma violação punível de handebol.”

O pênalti que o Boca exigiu pelo shutout

Poucos minutos depois, todo o estádio exigiu uma bola de mão dentro da área do meia argentino do Cruzeiro, Lucas Romero. Na ocasião, o árbitro nem foi chamado para conferir o telão, provocando a fúria dos jogadores do Boca.

Segundo análise técnica divulgada pela matriz do futebol sul-americano, o ato não foi considerado criminoso porque o braço de Romero “está em uma posição natural” e até o jogador de futebol da seleção brasileira tentou “remover braço” para evitar contato.

“O que você fez é uma pena”: a fúria dos dirigentes do Boca contra o árbitro após a escandalosa final contra o Cruzeiro

Panorama complicado para Xeneize

Com este resultado, o Boca hipotecou grande parte das suas chances e complicou-se seriamente na Copa Libertadores. A seleção argentina corre o risco de terminar o dia na terceira colocação do Grupo D, o que os obrigará a jogar tudo ou nada e vencer a Universidad Católica de Chile na última data para avançar para a fase.

PA



Link da fonte