O árbitro somali Omar Artan receberá seu salário integral como árbitro da Copa do Mundo, apesar dos EUA bloquearem sua entrada no país.
Artan teve que voltar para casa depois que autoridades dos Estados Unidos, que sedia o torneio de futebol com o México e o Canadá, disseram que ele tinha “conexões com supostos membros de organizações terroristas”.
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Mas a BBC no domingo, citando fontes próximas ao assunto, disse que o Árbitro Africano do Ano de 2025 receberá o valor integral do torneio, apesar de não arbitrar nenhuma partida.
A Uefa, entidade que controla o futebol europeu, em um ataque claro contra a FIFA, organizadora da Copa do Mundo, anunciou após a proibição de entrada que Artan arbitraria a final da Supercopa entre o vencedor da Liga dos Campeões, Paris Saint-Germain, e o vencedor da Liga Europa, Aston Villa, em agosto.









