Alexander Zverev pode estar perto de conquistar o primeiro título de Grand Slam no Aberto da França, mas o alemão disse na terça-feira que nunca trocaria sua medalha de ouro olímpica por uma e que era a coisa mais difícil de ganhar.

O segundo cabeça-de-chave sobreviveu ao empate em Paris, onde perdeu o atual campeão Carlos Alcaraz e as saídas precoces de Jannik Sinner e Novak Djokovic para derrotar o adolescente espanhol Rafael Jodar por 7-6(3), 6-1, 6-3 e avançar para as semifinais.

O jogador de 29 anos está agora a duas vitórias de seu primeiro torneio importante, após três vice-campeonatos, mas Zverev disse que já havia vencido o que era mais importante para ele.

Quando questionado se trocaria a medalha de ouro conquistada nas Olimpíadas de Tóquio há cinco anos, Zverev respondeu: “Não há chance. Para mim, a medalha de ouro é a coisa mais difícil porque a oportunidade surge uma vez a cada quatro anos”.

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“É especial porque há tão poucas pessoas que fizeram isso. Acho que você está fazendo isso pelo seu país. Você está fazendo isso pelas pessoas de seu país.”

“Eu não trocaria minha medalha de ouro por nada, mas não me importaria de acrescentar algumas coisas à minha lista.”

Entre Zverev e sua quarta participação em uma disputa pelo título de Grand Slam estarão o adolescente brasileiro João Fonseca, 28º colocado, ou o jovem tcheco Jakub Mensik, 26º colocado, com a dupla se enfrentando nas quartas de final ainda nesta terça-feira.

Zverev disse que assistiria ao jogo em seu quarto de hotel, mas o foco geral estaria em si mesmo.

“Com quem eu prefiro jogar? Para ser sincero, não me importo nem um pouco. Não importa para mim”, disse Zverev, acrescentando que agora só precisa ter fé no seu jogo.

“Tenho que acreditar no meu tênis e em mim mesmo. ⁠Se eu jogar bem, acho que isso é 99% do trabalho. Estou focado no próximo jogo ⁠e estou focado em fazer meu oponente passar pela rede e isso é a única coisa que posso controlar.

“Se eu vencer essa partida, seria ótimo.”

Publicado em 2 de junho de 2026

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