Após a qualificação da França frente ao Paraguai (1-0), o treinador dos Blues condenou insultos vindos do banco adversário, incluindo “alguns” que Didier Deschamps preferiria evitar. Esses insultos seriam dirigidos à sua mãe, que morreu recentemente no meio da Copa do Mundo, afirmação que o técnico paraguaio negou em entrevista coletiva.
A vitória dos Blues contra o Paraguai, no sábado, 4 de julho, na Filadélfia, não deixou apenas uma marca física. Após as oitavas de final da Copa do Mundo muito tensas, Didier Deschamps deixou dúvidas sobre a extensão do ajuste no banco paraguaio.
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Em coletiva de imprensa, o técnico francês não quis criticar diretamente o Paraguai, mas admitiu ter ouvido comentários que preferiria evitar. “Eu teria passado sem os insultos, especialmente alguns deles”, disse ele numa frase cheia de insinuações.
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Estas palavras podem ser insultos dirigidos à mãe de Didier Deschamps, que faleceu recentemente durante a competição. O técnico deixou temporariamente o grupo francês após esta derrota, antes de voltar a apoiar os seus jogadores na fase final.
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O técnico paraguaio nega veementemente
Quando questionado após a reunião, o técnico paraguaio Gustavo Alfaro negou veementemente que sua equipe pudesse ter como alvo a mãe de Deschamps: “Não, não, não, não! Não podemos cair tão baixo no futebol. Admiro muito Didier Deschamps e o respeito muito. Pessoalmente, não ouvi nada parecido. Não caímos nesse tipo de opinião negativa, se eu tivesse ouvido algo assim, se eu tivesse ouvido algo assim. inaceitável em qualquer circunstância.”









