VÍDEO. Instrutores esquecem de prendê-la na corda: mulher de 21 anos morre enquanto saltava de bungee jumping após cair 40 metros

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Neste sábado, 13 de junho, uma jovem de 21 anos se matou em Limeira, no estado de São Paulo, após pular no vazio sem nenhuma corda presa ao seu equipamento.

O erro é inimaginável. Uma jovem atleta perdeu a vida na manhã deste sábado no Brasil após ser jogada de uma ponte por instrutores que simplesmente se esqueceram de protegê-la.

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Um esquecimento mortal a 40 metros de altura

O drama se desenrolou por volta das 9h55 na Ponte do Esqueleto, local conhecido no interior do estado de São Paulo, especifica o gravíssimo jornal brasileiro O globo. Enquanto se preparava para viver uma experiência emocionante, a vítima de 21 anos sofreu uma queda fatal. “Uma testemunha disse à Polícia Militar que funcionários da empresa responsável se esqueceram de prender as cordas no equipamento do cliente antes de jogá-lo fora”, resume a primeira investigação.

Segundo relatos locais, a queda ocorreu de uma altura de aproximadamente 40 metros. Imagens brilhantes compartilhadas nas redes sociais imortalizam a cena: vemos três funcionários carregando a jovem até o trampolim antes de jogá-la no vazio, enquanto uma corda permanece irremediavelmente enrolada no chão, atrás do grupo. No processo, o medo toma conta dos presentes que começam a gritar: “A corda!” e “Meninos, corda!”. Cuidado, as fotos são chocantes.

Chamada e fuga de funcionários

Equipes dos Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram enviadas imediatamente ao local, e só puderam constatar a morte da vítima. Diante da situação horrível, o noivo da jovem sentiu-se mal e teve que correr para um centro médico.

Em pânico após a tragédia, dois dos guias tentaram fugir das autoridades enterrando-se na vegetação circundante. A Polícia Militar disse que “dois homens fugiram, mas foram localizados com auxílio de um helicóptero Águia durante buscas em área arborizada”.

Um total de seis pessoas ligadas às empresas organizadoras, cujos nomes “Entre Cordas” e “Ih Voei” constavam dos uniformes, foram detidas pela polícia. O caso, causando grande onda de indignação, foi entregue oficialmente à 2ª Delegacia de Limeira.

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