Althéa Laurin, campeã olímpica francesa de taekwondo, foi suspensa por vinte meses pela Agência Francesa Antidopagem (AFLD) por três violações de suas obrigações antidoping, conhecidas como “não comparecimentos”. Uma pesada sanção para uma das principais figuras dos Jogos Paris 2024.
Althéa Laurin entra no período mais delicado de sua carreira. A francesa foi coroada campeã olímpica de taekwondo nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 e foi suspensa por vinte meses por três “não comparecimentos”. De acordo com informações de RMC Esportessua sanção teria começado em 9 de fevereiro de 2026 e duraria até outubro de 2027.
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Atletas de alto nível devem indicar sua localização com precisão para permitir verificações não anunciadas. Quando um atleta falta a três provas ou não cumpre as obrigações de residência por determinado período, fica sujeito à suspensão.
Controles perdidos devido a um interfone com defeito
O primeiro “no show” estaria relacionado a um controle ao qual a francesa não se submeteu enquanto estava no Insep, centro de treinamento olímpico. As outras duas violações teriam uma explicação mais substancial: um interfone defeituoso, que teria impedido o acesso dos inspetores à sua casa, apesar dos múltiplos pedidos de reparos.
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O arquivo parecia, portanto, particularmente sensível. Por um lado, os regulamentos são rigorosos, mas por outro lado, as circunstâncias apresentadas parecem ridículas. É o que diz também a desportista: “Durante anos, sacrifiquei muito em minha vida cotidiana. Quando somos confrontados com esta situação, humanamente, é difícil de aceitar. Ter uma pausa tão longa definitivamente afetará minha carreira”.
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Uma parada limpa para o campeão e apoio da associação
Esta suspensão atinge um dos atletas franceses de maior sucesso nos últimos anos. Medalhista de bronze nos Jogos de Tóquio, campeã mundial e depois campeã olímpica em Paris, Althéa Laurin deu ao taekwondo francês o histórico primeiro título olímpico. A associação não quis comentar, mas dá o seu apoio ao seu atleta.








