Os aliados americanos sublinharam a necessidade de unidade numa importante conferência de defesa no domingo, dizendo que a cooperação é mais importante do que nunca, à medida que as ameaças transcendem cada vez mais a região, mesmo quando Washington se tornou mais crítico em relação aos seus aliados tradicionais.

O secretário da Guerra dos EUA, Pete Hegseth, tentou dissipar as dúvidas ao definir a política de defesa do seu país para 2026: “Estamos traçando um novo caminho para a nossa aliança”, que “capacitará os nossos aliados e parceiros e tornará a região do Pacífico mais estável e segura”, disse ele no sábado.

Não se esqueceu de mencionar, apresentando-os como conquistas “sob a liderança” do presidente Donald Trump, a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, os ataques contra navios acusados ​​de tráfico de drogas e os ataques contra o Irão.

Chong Jae Yan, analista político da Universidade Nacional de Singapura, disse que a sala irrompeu em aplausos no final dos seus comentários, que indicavam “uma certa aprovação ou pelo menos desacordo com Washington”.

Quando Hegseth se referiu aos compromissos de defesa de países como o Japão, a Coreia do Sul ou as Filipinas, ao contrário do seu discurso em edições anteriores do fórum, foi dominado por alusões a Pequim, como uma “invasão” de Taiwan que poderia ser “iminente”.

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