Confusão na comissão técnica tem atrapalhado jogo de futsal infantil no Dorados

Uma partida de futebol infantil entre os times Pro Goal e Uberatan, realizada na AABB, em Durados, terminou em confusão neste domingo (31), segundo relatórios policiais. Um técnico de 49 anos relatou que um técnico adversário, de 33 anos, agrediu com uma das mãos um estudante de 13 anos. O motim durou 30 minutos e exigiu a intervenção da Polícia Militar. O arguido nega a agressão e afirma ter fotografias que comprovam a sua versão.

O que era para ser uma manhã de esportes e integração entre adolescentes terminou em confusão e boletim de ocorrência em Dourados, a 251 quilômetros de Campo Grande. A partida da divisão infantil entre as equipes Pro Goal e Uberatan disputada na AABB (Associação Atlética Banco do Brasil) terminou em tumulto entre membros da comissão técnica e torcedores.

Neste domingo (31), um homem de 49 anos, treinador e professor da Escola DS Ubiratan Esport Club registrou o caso na DEPAC (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário). Vídeo gravado no local mostra confusão, tanto envolvendo diversas pessoas envolvidas na colisão quanto tentativas de separação dos envolvidos.

Segundo boletim de ocorrência, a confusão começou por volta das 10h30 durante a partida. O técnico relatou que um de seus alunos, de 13 anos, se preparava para uma cobrança lateral quando foi atingido no rosto pelo técnico do time adversário, um homem de 33 anos.

Segundo o boletim de ocorrência, quando o treinador foi questionado sobre a suposta agressão, ocorreu um motim entre os atletas, membros da comissão técnica e quem assistia ao jogo. A confusão durou cerca de 30 minutos e exigiu a intervenção do Primeiro Ministro (Polícia Militar).

Terminada a confusão, o professor informou ao coordenador da competição que iria à delegacia para registrar a ocorrência. O caso foi formalizado como lesão física envolvendo um menor.

Segundo informações levantadas pela reportagem, o técnico apontado como autor do ataque negou as acusações. Ele disse que queria registrar uma denúncia por denunciar falsamente um crime e afirmou que não houve agressão ao menor. Segundo ele, há fotos que comprovam sua versão dos fatos. Até o momento, não há informações sobre possíveis ações disciplinares por parte do órgão da concorrência.

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