Cidade da Guatemala— CIDADE DA GUATEMALA (AP) — Guatemala O presidente Bernardo Arevalo negou na quinta-feira ter assinado um acordo com os Estados Unidos para conduzir operações antitráfico de drogas na Guatemala.
Os comentários foram feitos depois que o The New York Times informou que os países da América Central concordaram com um ataque conjunto.
O caso é o mais recente nas tensões em curso entre a administração Trump e os governos latino-americanos. Buscar equilíbrio na cooperação bilateral Combater o tráfico de drogas e salvaguardar a soberania.
“Não há acordo. Há um requisito que se enquadra na estrutura dos acordos existentes entre vários países”, disse Arevalo em entrevista coletiva.
“Estamos assinando o tipo de cooperação que aconteceu no passado. Fazemos interdição marítima e os Estados Unidos têm cooperado em formação, capacitação e equipamentos”, disse Arevalo.
Ele disse que as ações do governo eram consistentes com a lei e a constituição da Guatemala.
“O único órgão que pode autorizar soldados a operar em território guatemalteco é o Congresso da República. O governo guatemalteco não solicitou tal cooperação e não tem planos de fazê-lo”, disse o presidente.
Questionado sobre o alegado acordo, o secretário de imprensa interino do Pentágono, Joel Valdez, disse que não poderia “especular sobre operações futuras ou discutir questões de segurança operacional”, mas sublinhou que o Departamento do Exército trabalha com parceiros na região para combater o tráfico de droga e outras ameaças transnacionais.
O governo da Guatemala também emitiu um comunicado de imprensa e duas cartas nas quais o ministro da Defesa discutia operações militares conjuntas no âmbito de um acordo anterior com o secretário da Guerra dos EUA, Pete Hegers.
abril Dois agentes da CIA morrem Uma operação no norte do México para destruir um laboratório de drogas destacou a presença de agentes dos EUA na América Latina e levantou questões sobre o crescente envolvimento da América em toda a região. Nos próximos dias, Autoridades mexicanas oferecem relatos conflitantes Sobre quanta informação o país possui sobre o envolvimento de agentes da CIA.
O governo mexicano reconhece a presença de agências dos EUA em solo mexicano, mas afirma que não podem participar em operações no terreno.
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Ben Finley em Washington, D.C. contribuiu para este relatório.
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