Um grupo organizado de advogados, corretores de imóveis e membros da família da vereadora Darlene Mealy elaborou um elaborado esquema de roubo de escrituras, fazendo-se passar por herdeiros do falecido proprietário de um brownstone no Harlem para obter mais de US$ 1,6 milhão em empréstimos bancários fraudulentos, alegou o promotor distrital de Manhattan, Alvin Bragg, na quinta-feira.

Bragg anunciou acusações contra 18 pessoas e três empresas de fachada. Os réus incluem quatro membros do clã Mealy – Joseph Mealy, Jacob Mealy, Mathew Tyreek Mealy e Anita (Mealy) Davis – que supostamente se juntaram a outros conspiradores para se passarem por herdeiros de Okryun Marrero, o falecido proprietário de uma casa de quatro quartos e 2.888 pés quadrados de arenito na West 131st St.

“Dezoito indivíduos fizeram de tudo para explorar uma família em luto, supostamente conspirando para vender o brownstone da família sem sua permissão e se envolvendo em fraude hipotecária para obter lucro”, disse Bragg em um comunicado, anunciando o trabalho de sua Unidade de Habitação e Proteção ao Inquilino.

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