Depois de lesionar o joelho esquerdo no segundo tempo contra o Leinster, Cameron Woki, internacional da terceira linha do Bordeaux-Bègles, foi tranquilizador na vitória por 41 a 19 na final da Copa dos Campeões, seu primeiro título com seu clube favorito.
“Acho que tenho mais medo do que dor. Tenho joelhos hiperfrouxos, então tenho sorte. Terei tempo para fazer exames, para ver o médico. Só há um momento de comemoração para comemorar essa vitória. E o joelho, vou reservar um tempo para fazer todos os exames”, disse Cameron Woki após o jogo.
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A terceira linha, elemento-chave do segundo título europeu do clube do Gironde, permaneceu no chão no início do segundo tempo após ser abordada. Depois de bater várias vezes com o punho no relvado de San Mamés, saiu aos prantos, apoiado por dois treinadores. “Estava com muitas dores, muitas dores. Vamos ver. Não me preocupo muito com o joelho”, com a comemoração do título. “Se ele está ferrado, está ferrado de qualquer maneira. Não vou poupá-lo esta noite”, ele sorriu.
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Retornando ao clube após três anos no Racing 92, Cameron Woki (27 anos; 31 escolhas) exibiu com orgulho um cinturão de boxe, presente do clube. “É uma homenagem ao objetivo de voltar ao Bordeaux, para ganhar um título. Cada vez que marquei um try, fiz essa comemoração, para dizer às pessoas que voltei para isso”, explicou Woki, que foi visto regularmente no grupo ampliado do XV francês durante o torneio, mas só teve uma seleção azul nas últimas duas temporadas.









