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No original O Diabo Veste Prada, a azarada Andrea Sachs tropeça no escritório de Miranda Priestly, a exigente editora do jornal. Pista revista e uma gigante do mundo da moda. O filme foi lançado em 2006 e foi adaptado de um filme romance pela pessoa anterior revista de moda funcionária Lauren Weisberger, e transformou o glamour da indústria em uma confecção que agradou ao público na tela grande. Duas décadas depois, a atmosfera da sequência é mais sombria. Neste episódio de Critic Big, Vinson Cunningham, Naomi Fry e Alexandra Schwartz discutem os elementos realistas do novo filme, que mostra Priestly e sua equipe perseguindo cliques e atendendo aos caprichos de bilionários que conseguem lidar Pista problemas financeiros. A questão da influência bilionária também foi levantada no Met Gala deste ano. Os principais patrocinadores do evento foram o fundador da Amazon, Jeff Bezos, e sua esposa, Lauren Sánchez Bezos, que doaram US$ 10 milhões para se tornarem copresidentes honorários. Os participantes pagaram centenas de milhares de dólares apenas para entrar. O anfitrião perguntou por que a gala ainda é importante para o entusiasta da moda comum. “Foi uma época em que, independentemente da utilidade e de outros motivos, era normal olhar apenas para a moda”, diz Cunningham. “Tenho tendência a proteger minha capacidade de olhar apenas para coisas que trazem alegria.”
Leia, assista e ouça com os críticos:
Conheci Gala 2026
“O Diabo Veste Prada” (2006)
“O Diabo Veste Prada 2” (2026)
“Agora os meninos estão usando óculos de leitura sujos”(QG)
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