Esta missão é particularmente desafiadora dada a presença distribuída da IHS, que inclui instalações em áreas remotas onde a conectividade e os recursos podem ser limitados. Garantir acesso consistente aos sistemas — e protegê-los — requer profunda visibilidade de como os usuários interagem com dados e serviços.
Koshy observou que o monitoramento em tempo real também é fundamental para a colaboração da IHS com parceiros externos, incluindo organizações tribais. Em alguns casos, o IHS pode detectar atividades suspeitas e alertar os parceiros antes que os incidentes aumentem.
“Ter esta visibilidade em tempo real e a capacidade de agir rapidamente beneficia não apenas o Serviço de Saúde Indiano, mas também os nossos parceiros”, disse ele.
A adoção da IA concentra-se no aumento, não na substituição
À medida que as agências exploram a inteligência artificial, a IHS está a adoptar uma abordagem pragmática focada no apoio à força de trabalho e no alinhamento da missão.
Koshy descreveu a IA como uma ferramenta adicional para equipes de segurança e médicos, especialmente em ambientes onde as restrições de pessoal são comuns.
“É apenas mais uma ferramenta que queremos que você aprenda a usar”, disse ele.
Do lado da segurança, a IA pode ajudar os analistas a processar logs e priorizar ameaças com mais eficiência. Do ponto de vista clínico, o IHS está explorando oportunidades como a transcrição automatizada para registros eletrônicos de saúde, permitindo que os médicos se concentrem mais diretamente nas interações com os pacientes.
A tecnologia pode gravar conversas e gerar notas, mas os provedores continuam responsáveis pela revisão e aprovação de toda a documentação.
Wilson alertou que a IA deve ser aplicada de forma ponderada, com ênfase na conscientização do usuário e no uso apropriado. Sem a compreensão adequada, disse ele, as ferramentas podem criar confusão em vez de clareza.
Para apoiar a adoção, a IHS investe em formação e comunicação para garantir que os funcionários compreendem os benefícios e os riscos das tecnologias emergentes.
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Cultura, agilidade e foco na missão impulsionam a estratégia de segurança
Além das ferramentas, os dois palestrantes enfatizaram que a cultura e a adaptabilidade são essenciais para a segurança cibernética moderna.
Koshy disse que o IHS reforça a ideia de que “cibersegurança é segurança do paciente”, incentivando os funcionários da organização a verem as práticas de segurança como parte de seu papel na prestação de cuidados. A agência complementa a formação formal com divulgação contínua, incluindo boletins informativos e exemplos do mundo real, para manter uma elevada sensibilização.
Wilson enfatizou a importância do treinamento contínuo e da comunicação clara, especialmente à medida que as ameaças evoluem e a tecnologia muda.
Para as organizações que procuram modernizar a sua postura de segurança, ambos os líderes aconselharam começar com prioridades de missão e construir sistemas que possam evoluir ao longo do tempo.
“Independentemente do que você investir agora, em cinco anos sua segurança mudará”, disse Koshy, acrescentando que tentar construir essa flexibilidade o mais cedo possível é fundamental.









