O Papa Leão assinalou ontem o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa ao condenar as persistentes violações da liberdade dos meios de comunicação social em todo o mundo e ao prestar homenagem aos jornalistas mortos enquanto faziam reportagens em zonas de conflito.
Falando no final da sua oração semanal dominical, na ensolarada Praça de São Pedro, o pontífice disse que o dia destacou tanto a importância do jornalismo independente como as crescentes ameaças enfrentadas pelos repórteres.
“Hoje celebramos o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa… infelizmente, este direito é frequentemente violado, por vezes de forma flagrante, por vezes de forma mais oculta”, disse ele.
O papa exortou os fiéis a lembrarem-se dos jornalistas e repórteres que perderam a vida na busca pela verdade, especialmente em áreas afetadas por conflitos.
“Lembramos os muitos jornalistas e repórteres que foram vítimas da guerra e da violência”, disse o papa.
Enquanto isso, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, visitará Roma e o Vaticano esta semana, disse ontem uma fonte do governo italiano, semanas após as duras críticas do presidente Donald Trump ao Papa Leão.
A mídia italiana informou que Rubio se encontraria pessoalmente com o pontífice norte-americano na quinta-feira, mas não houve confirmação imediata disso.







