Ex-ministro entre várias pessoas presas em casos de corrupção que resultaram em penas de prisão entre três e 10 anos.

O ex-ministro da Indústria argelino, Ali Aoun, foi condenado a cinco anos de prisão após ser condenado por corrupção, informou a mídia local.

Aoun, que foi ministro da Indústria e Produção Farmacêutica entre 2022 e 2024, foi preso na segunda-feira em um caso de corrupção de alto nível que resultou na condenação de várias figuras importantes, informou o site de notícias online argelino Dzair Tube.

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De acordo com o site de notícias, os promotores buscaram uma sentença de 12 anos para o ex-ministro e sentenças de 10 anos para vários outros réus. Aoun também foi condenado pelo Tribunal Penal Económico e Financeiro da capital, Argel, a pagar uma multa de 1 milhão de dinares argelinos (aproximadamente 7.500 dólares).

A mídia local disse que o caso girava em torno da venda irregular de resíduos de metais ferrosos e não ferrosos, em violação às regras de gestão de patrimônio público.

“O caso centrou-se em acusações de corrupção, má gestão e adjudicação ilegal de contratos industriais e de investimento, envolvendo nomeadamente o comércio de resíduos ferrosos e resíduos de cobre”, informou Dzair Tube.

A agência de notícias AFP disse que vários outros funcionários também foram condenados, embora alguns tenham sido absolvidos por falta de provas.

Entre os condenados estava o filho do ex-ministro, Mehdi Aoun, que foi condenado a seis anos de prisão como parte do mesmo caso, enquanto investidores, um funcionário de uma empresa estatal e um empresário proeminente receberam penas entre três e 10 anos, segundo Dzair Tube.

O caso e as condenações ocorrem no meio de uma campanha anticorrupção em curso lançada pelo presidente argelino Abdelmadjid Tebboune, que chegou ao poder em 2019 no meio de protestos generalizados pró-democracia.

A campanha de Tebboune contra a corrupção tem como alvo altos funcionários, inclusive da era do ex-presidente Abdelaziz Bouteflika, informa a AFP.

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