Quinta-feira, 8 de janeiro de 2026 – 08:22 WIB

Washington, VIVA – Ministro das Relações Exteriores Estados Unidos da América (COMO) Marco Rubio disse na quarta-feira que se reuniria com os líderes Dinamarca na próxima semana, mas não deu qualquer sinal de que iria recuar relativamente aos objectivos do Presidente Donald Trunfo assumir Groenlândia.

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A Dinamarca pediu conversações com os EUA em meio à escalada das tensões, após a ameaça de Trump de intervir militarmente na Groenlândia controlada pelos dinamarqueses.

“Não estou aqui para discutir a Dinamarca ou a intervenção militar. Encontrar-me-ei com eles na próxima semana. Teremos essas conversas então”, disse Rubio aos jornalistas no Capitólio quando questionado sobre a possibilidade de uma intervenção militar na Gronelândia.

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A operação militar dos EUA no fim de semana passado que capturou o líder da Venezuela levantou novamente preocupações sobre as intenções dos EUA em relação à Groenlândia, e as autoridades dos EUA pouco fizeram para amenizar essas preocupações.

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Rubio enfatizou que o interesse de Trump na Groenlândia não é novidade. Segundo ele, Trump levantou esta questão desde o seu primeiro mandato, e a anterior administração dos EUA também tinha estudado como adquirir a Gronelândia.

Esta declaração foi feita em linha com a posição da administração Trump de que estava a considerar várias opções para adquirir a Gronelândia, incluindo possíveis medidas militares, conforme declarado numa declaração da Casa Branca.

No entanto, “como diplomata, que é agora o meu papel, e que é o nosso trabalho, preferimos sempre resolver as coisas de uma forma diferente – incluindo na Venezuela”, disse ele quando questionado se os EUA estavam dispostos a pôr potencialmente em risco a aliança militar da NATO liderada pelos EUA com uma tomada forçada da Gronelândia.

A tomada pelos militares dos EUA da ilha ártica rica em minerais da Dinamarca, um aliado de longa data, abalaria a NATO e aprofundaria as divisões entre Trump e os líderes europeus.

Isso gerou resistência no Congresso dos EUA, com senadores democratas e republicanos dos EUA dizendo na quarta-feira que esperavam que o Senado votasse uma legislação destinada a limitar a capacidade de Trump de tentar tomar a Groenlândia.(Reuters)

Presidente dos EUA, Donald Trump.

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8 de janeiro de 2026

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