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A estreia de Jemma Moore na Indian Racing League foi rápida e destemida – com apenas uma semana de antecedência, um novo país e sua primeira chance em monopostos – enquanto ela se dirige para Goa em busca do caos.

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A piloto britânica Jemma Moore fará sua estreia na Indian Racing League (FB/Jemma Moore Racing)

A piloto britânica Jemma Moore fará sua estreia na Indian Racing League (FB/Jemma Moore Racing)

A entrada de Jemma Moore na Indian Racing League não veio com uma pista longa ou uma preparação cuidadosa. Aconteceu rapidamente, instintivamente e com muito pouco tempo para pensar demais.

Quando ela se alinhar em Goa para a quarta rodada do campeonato, isso marcará sua primeira participação competitiva em monolugares – e seu primeiro fim de semana de corrida na Índia.

Moore chega com um currículo moldado menos pelo hype e mais pelo ambiente. O automobilismo sempre fez parte do seu dia a dia. Criados em uma família profundamente envolvida nas corridas – pais, avós e irmãos mais velhos, todos envolvidos – os circuitos e paddocks eram espaços familiares muito antes dos resultados serem importantes. Sua família administra instalações de corrida e kart no Reino Unido, e crescer em torno de pilotos juniores de elite significou que as expectativas foram definidas cedo e naturalmente. O talento, naquele mundo, nunca foi abstrato.

Jemma começou no kart antes de progredir para carros juniores e, mais proeminentemente, para corridas de GT. Sua descoberta veio na GT4 South European Series, onde ela se tornou a mais jovem vencedora de corrida na história do campeonato.

A Indian Racing League apresenta um pivô acentuado. Carros idênticos, circuitos de rua estreitos e escalações mistas de pilotos deixam pouco espaço para conforto ou familiaridade.

Para Jemma, a Goa Street Race, no Aeroporto Internacional de Manohar, tem menos a ver com resultados e mais com aprendizado – entender o carro, o formato e o ritmo de um campeonato que valoriza a adaptabilidade em vez da especialização.

Em conversa exclusiva com Notícias18 EsportesMoore fala abertamente sobre o caos de sua entrada na IRL, a confiança extraída de sua educação, as realidades do automobilismo além do glamour e por que a exposição é mais importante para a próxima geração de pilotos.