Domingo, 9 de novembro de 2025 – 16h02 WIB

Jacarta – Velhas questões voltaram à tona em público após o ex-advogado Raffi AhmadRaden Nuh, abriu sua voz sobre supostos atrasos em honorários de IDR 250 milhões relacionados ao caso de drogas do apresentador em 2013.

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Por meio de entrevista virtual com a equipe de mídia, no sábado, 8 de novembro de 2025, Raden Nuh disse que esteve envolvido no tratamento do caso a pedido de seu colega, Rahmat Harahap, que na época era o principal advogado de Raffi Ahmad. Role para saber mais, vamos lá!

“Então, enquanto cuidava do caso, no meio do caminho, ele (Rahmat Harahap) pediu ajuda, me perguntou. Ele disse, como é que o caso de Raffi se espalhou por toda parte”, disse Raden Nuh, iniciando sua explicação via Zoom.

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Raden admitiu que os honorários de Rp. 250 milhões foram acordados não diretamente com Raffi Ahmad, mas com Rahmat Harahap. O acordo foi feito quando Rahmat pediu sua ajuda para fortalecer a equipe jurídica que cuidava do caso.

“Bem, antes disso, quando Rahmat me pediu ajuda. Então, naquela época, ele disse que seus honorários eram de IDR 250 milhões de Raffi para Rahmat.

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“Eu perguntei se estava tudo bem, então eu estava bem, certo? Então, então ele, Rahmat, me disse que estava tudo bem. Foi por isso que fui lá”, continuou ele.

Porém, até agora, Raden admite que nunca recebeu o pagamento prometido. Ele até perguntou diretamente a Rahmat sobre os honorários, mas a resposta ainda era a mesma: não havia sido pago por Raffi Ahmad.

“Então, naquela época eu também perguntei ao Rahmat depois que terminou, Rahmat disse, não, não houve nenhum pagamento. Até então, em Medan 2024, se não me engano, foi Rahmat quem me disse, ele disse, ‘Mano, Raffi ainda não pagou’, é assim que é.

Raden Nuh acredita que os atrasos são agora mais morais do que legais, considerando que o incidente ocorreu há mais de uma década.

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“Se as pessoas têm dívidas em atraso, se não podem pagar, tudo bem. Então diz-se que não têm, mas podemos ver que a sua condição económica é tão distante como a terra e o céu, certo? Então sim, legalmente, somos fracos para cobrar. Porquê? Porque já passou muito tempo, certo? Bom, mas é para isto que estamos apenas a pagar moralmente”, explicou.

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