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Djokovic, que encerrou sua associação com a PTPA no início do mês, explicou que a divisão se deveu a divergências sobre a direção que o órgão estava tomando.
Novak Djokovic. (AP)
A lenda do tênis sérvio Novak Djokovic, que deve começar sua busca pelo 25º evento recorde de Grand Slam no Aberto da Austrália com seu jogo de abertura contra Pedro Martinez da Espanha na Rod Laver Arena na segunda-feira, refletiu sobre sua recente separação da Professional Tennis Players Association, grupo que ele co-fundou.
Djokovic, que encerrou sua associação com a PTPA no início do mês, explicou que a divisão se deveu a diferenças sobre a direção que o órgão estava tomando.
“Meus valores e abordagem não estão mais alinhados com a direção atual da organização”, disse o 24 vezes campeão do Grand Slam.
Djokovic e o jogador canadense Vasek Pospisil lançaram o PTPA no ano de 2020 para oferecer representação a jogadores que são contratados independentes em um esporte que é em grande parte individual.
“Foi uma decisão difícil para mim sair da PTPA, mas tive que fazer isso porque senti que meu nome foi usado em demasia”, disse ele.
“Senti que as pessoas, sempre que pensam na PTPA, pensam que é a minha organização, o que é uma ideia errada desde o início.”
Djokovic, porém, disse que ainda acredita no conceito que o órgão busca permear e ressaltou a importância e a necessidade de tal organização no esporte.
“Ainda desejo a eles tudo de bom porque acho que há espaço e há necessidade de uma organização de representação 100% exclusiva de jogadores em nosso ecossistema”, disse Djokovic, de 38 anos.
Djokovic também falou sobre a mudança de perspectiva que adaptou nos últimos tempos e explicou que procurou aliviar a pressão sobre si mesmo antes do AO.
17 de janeiro de 2026, 19h01 IST
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