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O juiz Arun Mishra (aposentado), Diretor de Ética do BCCI, rejeitou a queixa de conflito de interesses contra Mahendra Singh Dhoni, citando nenhuma evidência de parcialidade ou tratamento preferencial.

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MS Dhoni levou a Índia à glória na Copa do Mundo de 2011. (Crédito da imagem: AFP)

MS Dhoni levou a Índia à glória na Copa do Mundo de 2011. (Crédito da imagem: AFP)

O Diretor de Ética do Conselho de Controle do Críquete na Índia (BCCI), Juiz Arun Mishra (aposentado), rejeitou a queixa contra o ex-capitão indiano Mahendra Singh Dhoni sobre supostas violações de disposições de conflito de interesses. A decisão conclui que não há caso de conflito de interesses relacionado ao envolvimento de Dhoni na Premier League indiana (IPL).

Dhoni, que joga pelo Chennai Super Kings e os levou a cinco títulos, enfrentou escrutínio sobre sua associação com academias de críquete administradas pela M/s Aarka Sports and Management Private Limited.

O que a ordem disse?

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Na sua ordem detalhada, o juiz Mishra explicou que, embora Dhoni pudesse ser visto como o proprietário destas academias, o acordo foi feito em 2017, antes dos regulamentos de conflito de interesses do BCCI entrarem em vigor em setembro de 2018. O Oficial de Ética não encontrou nenhuma evidência substancial indicando que o papel de Dhoni como jogador lhe deu “controle institucional ou autoridade de tomada de decisão”. A decisão também destacou a ausência de qualquer “favoritismo, parcialidade ou tratamento preferencial” comprovado relacionado à propriedade da academia.

O juiz Mishra afirmou que, sem tais provas, simplesmente continuar como participante do IPL sem sobreposição de governança não atende à definição de conflito de interesses sob as regras do BCCI. A denúncia, apresentada em fevereiro de 2024, alegava que Dhoni, como atual jogador, também era proprietário de uma academia de críquete, violando a Regra 38(4)(a) e a Regra 38(4)(p). O queixoso alegou ainda que Dhoni não divulgou informações obrigatórias ao abrigo da Regra 38(2) e 38(5) após as regras terem sido alteradas em 2018. No entanto, o Oficial de Ética observou que estas alegações adicionais reflectiam queixas pessoais que ultrapassavam o âmbito da Regra 38.

“O reclamante não pode, com efeito, defender a causa de um terceiro neste fórum adjudicatório. Mais ainda, o reclamante tem problemas pessoais, pois o réu lhe causou prejuízos”, afirmou o despacho.

“Consequentemente, pode-se dizer que Shri MS Dhoni é o proprietário das Academias de Críquete abertas pela M/s Aarka Sports and Management Private Limited. No entanto, o acordo foi celebrado em 2017, enquanto os regulamentos entraram em vigor em setembro de 2018. Sobre os fatos, o conflito de interesses no momento relevante, quando Shri MS Dhoni representou a Índia como capitão/jogador, não foi declarado”, afirmou a ordem.

O despacho também observou que a propriedade das academias por Dhoni começou em 2017, e os regulamentos foram implementados em setembro de 2018. Assim, nenhum conflito de interesses foi estabelecido durante o período em que Dhoni representou a Índia como capitão ou jogador.

Além disso, não houve alegações de favoritismo por parte de Dhoni, tornando inconsequente a não divulgação de interesses nos termos do n.º 3 e do n.º 5 do artigo 34.º. “Além disso, a reclamação é o resultado da disputa comercial do reclamante com o réu, bem como com o réu e a M/s Aarka Sports and Management Private Limited, cuja causa é defendida pelo reclamante. O mesmo é tardio em relação ao período de 2020. Nenhum caso de Conflito de Interesses foi estabelecido pelo reclamante em relação ao réu jogando no IPL”, concluiu o despacho.

“Tendo em vista a discussão e as conclusões anteriores, a reclamação é rejeitada”, acrescentou.

(Com contribuições de agências)

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