Terça-feira, 7 de abril de 2026 – 22h52 WIB
Jacarta, VIVA – O líquido refrigerante do radiador tem um papel importante em manter estável a temperatura de trabalho do motor do veículo. Este fluido não funciona apenas para resfriar, mas também protege os componentes do sistema de refrigeração contra o risco de corrosão.
No líquido refrigerante do radiador, existe o ingrediente principal na forma de etilenoglicol que funciona para regular o nível de evaporação e a eficácia do resfriamento de acordo com a tecnologia do motor. A composição é ajustada às necessidades, especialmente para motores modernos, como veículos com injeção direta, turboalimentados, híbridos e elétricos.
“A confiabilidade do líquido refrigerante do radiador não é vista apenas por sua capacidade de liberar calor do motor. Este fluido também deve ter a capacidade de suprimir o aparecimento de ferrugem na circulação do radiador”, disse o Diretor Presidente da PT Autochem Industry (AI), Henry Sada, em seu comunicado oficial, terça-feira, 7 de abril de 2026.
Ele explicou que a ferrugem nos radiadores pode aparecer devido a vários fatores, um deles é o uso de água comum ou da torneira que contém minerais e cloro. Esse conteúdo, somado à exposição ao calor e ao oxigênio, pode acelerar o processo de oxidação de metais como cobre, alumínio e aço no sistema de refrigeração.
Além disso, os radiadores que raramente são limpos ou cujos fluidos não são substituídos regularmente também correm o risco de desenvolver incrustações e ferrugem. A condição da tampa do radiador que não é ideal também abre oportunidades para a entrada de oxigênio vindo de fora, acelerando assim a corrosão. Por outro lado, o fluido do radiador também tem vida útil. Se não for substituído, o aditivo anticorrosivo acabará e tornará o metal mais suscetível à ferrugem.
Em geral, existem dois tipos de tecnologia de aditivos antiferrugem no refrigerante do radiador, nomeadamente IAT (Tecnologia de Ácido Inorgânico) e OAT (Tecnologia de Ácido Orgânico).
IAT é uma tecnologia mais antiga e geralmente usada em veículos com radiadores de cobre ou latão. Este aditivo atua formando uma camada protetora na superfície do metal. No entanto, os materiais inorgânicos como fosfatos, nitritos, boratos e silicatos utilizados tendem a decompor-se rapidamente, pelo que a sua vida útil é relativamente curta, cerca de 2–3 anos ou 40.000 km.
Enquanto isso, OAT é uma tecnologia mais moderna. Esses aditivos atuam formando uma camada protetora microscópica apenas nas áreas do metal que precisam de proteção. Por não conter materiais inorgânicos, o risco de formação de depósitos é menor. Além disso, sua vida útil também é maior, podendo chegar a 5 a 10 anos ou até 100.000 km, dependendo do teor de glicol.
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O uso de OAT é considerado mais adequado para motores modernos que geralmente utilizam materiais de alumínio. Além disso, esta tecnologia também é considerada mais ecológica e tem menor taxa de evaporação.
