Sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026 – 16h24 WIB
Jacarta – Caso de alegado acesso ilegal a imagens de CCTV da residência Inara Rusli continua a crescer. Mais recentemente, S, que é esposa de A – ex-motorista de Inara – foi submetida a um exame pelos investigadores na quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026. Este exame estava relacionado com a alegada fuga de imagens de CCTV que resultou então num relatório legal.
O advogado de S, Sukardi, explicou que estavam sendo solicitadas ao seu cliente informações sobre seu papel e conexão no suposto acesso ilegal. O exame foi realizado na Unidade de Investigação Criminal da Sede da Polícia Nacional no âmbito da investigação do caso. Role para obter informações completas, vamos lá!
“Em essência, qual é o papel e a relação entre a esposa da testemunha A ou o motorista em relação às imagens do CCTV. Algo assim”, disse Sukardi após o exame.
A partir dos resultados do exame, foi revelado que S era suspeito de ser o primeiro a transmitir informações sobre a proximidade de Inara com Insanul Fahmi para Meu amor por Mawa. Essas informações decorrem de conversas internas entre funcionários.
“O papel da esposa de A é o primeiro elemento de ligação a fornecer informações, perguntando primeiro se IF é casado com M. Porque ele é, no final isso foi transmitido”, continuou Sukardi.
Outro fato que surgiu foi que S soube do suposto relacionamento por meio de um grupo de conversação contendo A e vários outros funcionários da Inara. No grupo, discutiram a proximidade de Inara e Insanul, o que foi considerado inadequado.
“O chat do grupo contém apenas fofocas ou fofocas sobre a relação especial entre IR e IF. Então basicamente tudo isso é entre assistentes pessoais e todos entendem que as ações de IR e IF são inadequadas”, disse.
Foi ainda afirmado que Insanul compareceu diversas vezes à casa de Inara, o que causou desconforto aos trabalhadores.
“O IF chegou à casa do IR cerca de cinco vezes, por isso os trabalhadores sentem-se desconfortáveis. Chegaram à conclusão de que esta acção é inadequada”, continuou.
Este caso começou com uma denúncia feita por Inara em novembro de 2025 ao Dittipidsiber Bareskrim Polri. Ele relatou um suposto acesso ilegal ao CCTV em sua casa depois que a gravação supostamente vazou e chegou a Wardatina Mawa. Mais tarde, a gravação foi considerada parte das evidências do relatório de Mawa à Polda Metro Jaya sobre o suposto adultério.
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Atualmente, os investigadores ainda estão investigando como as gravações poderiam ser acessadas e divulgadas. O papel das partes que conhecem, armazenam e divulgam informações é o foco principal do exame. Este caso expôs ainda mais o conflito, que antes se tornou apenas uma discussão interna, mas que agora se transformou num sério processo legal.
