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Manisha Kalyan se junta ao Alianza Lima, tornando-se a primeira mulher indiana na principal liga de futebol da América do Sul. Descubra sua jornada inspiradora.

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Manisha Kalyan é o primeiro jogador de futebol indiano a marcar contra o Brasil (crédito da imagem: AIFF)

Manisha Kalyan é o primeiro jogador de futebol indiano a marcar contra o Brasil (crédito da imagem: AIFF)

O atacante indiano Manisha Kalyan se tornou o primeiro do país a ingressar Primeira Divisão Feminino clube Aliança Lima, que foi um grande marco no futebol indiano.

A nível histórico, Manisha tornou-se a primeira mulher indiana a assinar com um clube da primeira divisão da América do Sul, entrando num cenário futebolístico dominado por Brasil, Argentina e Colômbia.

Além do marco, a mudança faz sentido estratégico para Manisha, para o clube e para a seleção indiana.

A jornada futebolística de Manisha começou longe de academias profissionais ou instalações de elite. Crescendo em Muggowal aldeia, Punjab, ela se concentrou no atletismo e no basquete, construindo o ritmo, a resistência e a resiliência física que definiriam seu jogo.

Sem equipes femininas disponíveis, Manisha treinou ao lado de meninos, uma experiência que aprimorou sua resistência mental e vantagem competitiva desde cedo.

A questão óbvia é por que um jogador estabelecido na Europa optaria por se mudar para o Peru. A resposta está na exposição e na repetição: o futebol feminino na América do Sul exige alto nível de consistência técnica sob constante pressão.

O interesse de Manisha pelo futebol sul-americano remonta à viagem da Índia ao Brasil em 2021, quando ela marcou contra a seleção brasileira e se tornou a primeira indiana a alcançar o feito.

Aliança Lima, por sua vez, está longe de ser um clube qualquer. Eles têm sido a força dominante na era profissional da Liga Peruana Femininoganhando vários títulos da liga desde 2021 e com ambições claras na Copa Libertadores Feminino.

Sob o comando do técnico José Letelier, Aliança Lima prospera com amplas sobrecargas e transições agressivas, um sistema que combina com Manisha. Ela pode ampliar as defesas como ala esquerda, avançar como lateral sobreposta ou até mesmo atuar como atacante secundária ao perseguir partidas.

Em última análise, a mudança de Manisha para Aliança Lima é mais que um marco pessoal; representa uma recalibração de como o futebol feminino indiano é visto no cenário global.

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