Sexta-feira, 10 de abril de 2026 – 07h19 WIB
VIVA – Uma mãe de Cimahi, West Java, Nina Saleha (27), admitiu que seu bebê quase foi levado por um desconhecido Hospital Hasan Sadikin (RSHS), Bandung na quarta-feira, 9 de abril de 2026.
Este incidente ocorreu durante o processo de devolução bebê da sala da UTIN. Ele suspeita que o policial foi negligente ao entregar o bebê a outra pessoa sem a devida verificação.
Nina explicou que seu bebê já passou por tratamento por cerca de cinco dias na UTIN porque estava com icterícia. Durante o processo de administração do retorno, ela e o marido saíram da sala para comer.
Porém, ao retornar à sala de tratamento, Nina ficou surpresa ao ver que seu bebê já estava nos braços de outra pessoa. Ele admitiu que reconheceu imediatamente o bebê pelas roupas e cobertor usado.
“Quando voltei, vi que meu bebê havia sido levado por outra pessoa. Mesmo conhecendo muito bem o cobertor e as roupas”, disse ele, citado em sua conta pessoal no TikTok. @nindy5760.
Nina então se aproximou da mulher e confirmou que o bebê era filho dela. Ele ficou mais convencido ao ver as características do bebê, embora a pulseira de identificação não estivesse mais presa.
Ele entrou em pânico e imediatamente ligou para a enfermeira para pedir uma explicação. Nessa situação, Nina admitiu que gritou porque temia que seu bebê fosse levado por outra pessoa.
Segundo sua confissão, a enfermeira de plantão disse que já havia chamado o nome de Nina antes, mas não houve resposta e o bebê foi entregue a outra pessoa.
“Por que Sus deu para alguém? Então ele disse: ‘Sim, senhora, eu estava ligando para a Sra. Ninaa Saleha, por que ela não está lá”, disse Nina.
O incidente ocorreu quando o bebê tinha cerca de uma semana e se recuperava após ser encaminhado do hospital anterior.
O incidente então aconteceu viral nas redes sociais depois que Nina compartilhou sua experiência. Em seu upload ele também marcou o governador de Java Ocidental Dedi Mulyadificar atento aos serviços do hospital.
Vários internautas também responderam e pediram que o caso fosse investigado por ser considerado um problema grave que envolve a segurança do paciente.
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