Sexta-feira, 3 de abril de 2026 – 20h01 WIB
Roma, AO VIVO – Presidente da Federação Italiana de Futebol (Figura), Gabriele Gravinafinalmente renunciou oficialmente ao cargo após o fracasso Seleção italiana passar para Copa do Mundo de 2026. Esta decisão foi tomada após grande pressão de vários partidos, incluindo o governo.
Gravina anunciou sua renúncia após realizar uma reunião na sede da FIGC em Roma, quinta-feira, horário local. A decisão surge um dia depois do Ministro do Desporto italiano, Andrea Abodipediu abertamente sua renúncia.
A Itália engoliu novamente a pílula amarga depois de ser eliminada nos playoffs, desta vez perdendo dramaticamente para a Bósnia e Herzegovina nos pênaltis. O resultado fez com que o tetracampeão mundial não participasse da Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva. Em sua declaração antes de renunciar, Gravina criticou duramente a pressão vinda dos meios políticos.
“Existem apenas políticos que continuam a pressionar pela demissão”, disse Gravina.
Presidente da FIGC, Gabriele Gravina
Ele também admitiu que o futebol italiano estava em más condições. “O futebol italiano está em uma crise profunda”, acrescentou.
Esta falha desencadeou imediatamente um efeito dominó no futebol italiano. A FIGC anunciou que novas eleições presidenciais serão realizadas em 22 de junho. O nome de Giovanni Malagò tem sido mencionado como um dos fortes candidatos para substituir Gravina.
Além disso, espera-se que o técnico da seleção nacional, Gennaro Gattuso, siga os passos de Gravina ao renunciar. Entretanto, o director-geral da selecção nacional e lenda italiana, Gianluigi Buffon, já tinha anunciado a sua demissão.
Anteriormente, a Itália novamente não conseguiu se classificar para a Copa do Mundo depois de perder para a Bósnia e Herzegovina. A derrota foi dolorosa porque Gli Azzurri resistiu ferozmente antes de finalmente cair nos pênaltis.
A situação piorou depois que o zagueiro Alessandro Bastoni recebeu cartão vermelho no primeiro tempo, o que marcou a virada da partida.
Esse fracasso gerou raiva pública. Muitos torcedores consideraram o desempenho da equipe muito decepcionante e a decisão do treinador não foi a mais acertada. A mídia italiana chegou a chamar essa condição de maldição da Copa do Mundo, considerando que a última vez que a Itália participou do torneio foi em 2014.
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A pressão também vem dos círculos políticos. Abodi enfatizou que o futebol italiano precisa de uma grande mudança desde as raízes.