Sábado, 21 de fevereiro de 2026 – 13h36 WIB
Jacarta, VIVA – Em meio à pressão do mercado automotivo nacional, o segmento comprador móvel Diz-se que o primeiro ou primeiro comprador de carro ainda sobrevive. No entanto, o perfil do consumidor começa a mudar. Se antes era dominado por compradores iniciantes, agora o crescimento vem de grupos com maior poder aquisitivo.
Diretor de Marketing e Comunicação Corporativa PT Astra Daihatsu Motor (ADM) Sri Agung Handayani disse, com base na pesquisa interna da empresa, que ainda existem primeiros compradores de automóveis no mercado. Acontece que o segmento móvel não é mais o grupo mais baixo.
“Existe um primeiro comprador de carro? Existe. Mas o primeiro comprador de carro é o primeiro comprador de carro de alto padrão”, disse recentemente Sri Agung em Jacarta.
Segundo ele, as condições económicas pressionam a estrutura da classe média. Vários sectores industriais, como os têxteis, o calçado e os cigarros, terão registado um abrandamento desde o segundo semestre do ano passado. O impacto é sentido em grupos de pessoas que anteriormente tinham um rendimento fixo, mas que agora se encontram na categoria vulnerável.
Esta situação afeta duas coisas principais na compra de um veículo, nomeadamente o poder de compra e o poder de pagamento. Não só a decisão de comprar um carro novo é adiada, mas também a possibilidade de parcelamento para o consumidor que já possui um veículo.
Essa condição faz com que o segmento de entrada seja o mais afetado. As vendas na classe de preços mais baixos, incluindo MPVs baixos e alguns SUVs médios, estão sob pressão em comparação com o ano anterior.
No entanto, a ADM disse que o mercado continuou a mostrar movimento em grupos mais estabelecidos. Considera-se que os consumidores que acabaram de comprar o primeiro carro da classe média alta ainda têm confiança para fazer uma compra.
A própria Daihatsu é conhecida há muito tempo por ser forte no segmento de carros acessíveis e compradores de primeira viagem, incluindo consumidores que estão trocando motos por carros. Sri Agung enfatizou que a empresa continua comprometida em apoiar a motorização nacional, fornecendo produtos que atendam às necessidades dos diversos níveis da sociedade.
No entanto, admitiu que a actual dinâmica económica faz com que o mercado de entrada não seja tão forte como antes. Portanto, a estratégia da empresa visa manter o equilíbrio entre a penetração em novos mercados e a fidelização dos consumidores existentes.
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“Não se trata apenas de vendas, mas de como observar a estrutura geral do mercado”, disse ele.