Quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026 – 19h48 WIB

VIVA – Caso de morte estudantes de madraça em Tual, Malucascom as iniciais AT (14) foi abusado por Bripda MS, pessoal Brimob Companhia 1 Batalhão C Polícia Regional de Maluku em 19 de fevereiro de 2026, desencadeando apelos para que o envolvimento da Unidade Brimob na segurança civil fosse avaliado minuciosamente.


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Relativamente à pressão para retirar a Brimob dos assuntos civis na sequência do caso de Bripda Mesias Siahaya, Polri: Existem pontos fracos, admitimos

Este incidente tornou-se o centro das atenções públicas e atraiu críticas de vários grupos da sociedade civil. Questionaram a urgência de ter uma unidade treinada para lidar com situações de alto risco no contexto da rotina de segurança comunitária.

O analista policial do Instituto de Segurança e Estudos Estratégicos (ISSES), Bambang Rukminto, acredita que esta polémica deve ser usada como impulso para esclarecer o papel da Brimob no terreno.


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Os arquivos foram processados! Brimob persegue estudantes até a morte e ameaça 15 anos de prisão

“A Brimob deve concentrar-se em lidar com situações de alto risco, como conflitos armados, terrorismo ou grandes motins, e não na segurança rotineira da comunidade”, disse Bambang Rukminto quando contactado em Jacarta, quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2026.

De acordo com Bambang, os casos de violência alegadamente envolvendo pessoal da Brimob ferem repetidamente o sentido de justiça do público e mostram que existem problemas com os limites do uso da força no terreno. A crítica pública, disse ele, não pode ser vista como um ataque às instituições, mas antes como um aviso de que algo precisa de ser fundamentalmente melhorado.


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Brimob pediu para deixar a comunidade após o caso Bripda Mesias Siahaya, a resposta da Polícia Nacional foi inesperada

Bambang acredita que as medidas urgentes que precisam de ser tomadas são processar o caso abertamente, avaliar o envolvimento da Brimob na segurança civil e reforçar a responsabilização interna para que a confiança pública não continue a diminuir.

Ele também enfatizou que a reforma dentro da Polícia Nacional da República da Indonésia não é suficiente para abordar apenas aspectos de recrutamento ou desenvolvimento administrativo. As melhorias devem incluir uma doutrina sobre o uso da força, um currículo educacional e uma formação que seja mais humana e orientada para os direitos humanos, acompanhada de uma aplicação transparente da lei contra os membros que a violam.

Entretanto, o Chefe da Divisão de Relações Públicas da Polícia Nacional, Inspector-Geral Pol Johnny Eddizon Isir, admitiu que havia fragilidades no caso. Ele disse que a ação é individual e garantiu que sua instituição está fazendo uma avaliação.

A Polícia Nacional, disse ele, aprecia todas as críticas e contribuições do público como material para melhorias futuras. No entanto, enfatizou que o envolvimento da Brimob em unidades regionais, especialmente no leste da Indonésia, ainda é necessário para ajudar a Polícia Regional local e a Polícia na manutenção da segurança.

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