Segunda-feira, 6 de abril de 2026 – 22h10 WIB
Jacarta – Enquete conduzido pela KedaiKOPI afirmou que até 88,8 por cento dos entrevistados estavam satisfeitos com o desempenho do governo na prestação de serviços durante indo para casa 2026, com nota média de satisfação de 7,18 em uma escala de 1 a 10.
“Numa escala de 1 a 10, obtemos uma pontuação de 7,18. Portanto, a partir desta escala podemos categorizar que os entrevistados que vão para casa estão bastante satisfeitos com o serviço ou gestão do regresso a casa que tem sido realizado pelo governo”, disse o Chefe de Pesquisa KedaiKOPI Ashma Nur Afifah, ao apresentar a pesquisa anual da KedaiKOPI sobre a implementação do regresso a casa. Eidconforme citado no comunicado de imprensa oficial recebido em Jacarta, segunda-feira.
Ashma disse que a satisfação foi medida a partir de dois grandes aspectos, nomeadamente os serviços da frota de transporte público, bem como a infra-estrutura e as políticas gerais de gestão do regresso a casa.
No aspecto serviço de frota, segundo ele, a maior satisfação é registrada consistentemente no conforto das frotas de ônibus, trens e viagens oficiais ou shuttle. Porém, cada modo também lista seus próprios pontos fracos e para os usuários de ônibus, o aspecto que recebeu a classificação mais baixa foi o conforto do terminal rodoviário.
Além disso, segundo ele, o inquérito aponta ainda que a maior reclamação dos passageiros dos comboios veio da disponibilidade de cotas de bilhetes, nomeadamente o valor caiu significativamente face ao ano passado, de 84,8 por cento para 76,1 por cento ou uma diminuição de 8,7 por cento. Enquanto isso, usuários de viagens oficiais reclamam do conforto ao esperar na piscina ou no ponto de coleta.
Na modalidade navio, a maior satisfação é sentida durante o processo de fila para embarcar no navio, enquanto o aspecto mais baixo é a ordem na fila para comprar passagens no porto.
Entretanto, para os utilizadores de aeronaves, o conforto na cabine recebeu a maior valorização, enquanto a disponibilidade de quotas de bilhetes foi o aspecto mais baixo, embora o número tenha aumentado de 76,2% no ano passado para 80% este ano.
“Os entrevistados sentiram mais dificuldade no acesso aos bilhetes de comboio este ano em comparação com o ano passado. A maior queda foi na disponibilidade de cotas de bilhetes de comboio, que no ano passado era de 84,8 por cento, agora é de apenas 76,1 por cento”, disse Ashma.
Em termos de infra-estruturas rodoviárias, a satisfação com as estradas é muito elevada, nomeadamente 91-92 por cento. Os aspectos mais apreciados foram as condições de entrada na estrada com portagem (92,7 por cento) e a segurança e iluminação da estrada com portagem (92,2 por cento).
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Especialmente no que diz respeito à iluminação de estradas com portagem, este número aumentou acentuadamente em comparação com o ano passado, que foi de apenas 77,2 por cento, ou um aumento de 15 por cento.