Os investigados também serão responsáveis por novas leis contra gangues ultraviolentas
A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu a investigação sobre os triplos homicídios de Wagner Felipe Rocha Viana, 20 anos, Wilquison Eduardo Rocha Viana, 23 anos, e Breno Gabriel Soares Cabral, 21 anos, em Campo Novo do Paresis (MT). Os três são moradores de Campo Grande e viajaram até o município para montar a estrutura.
A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu a investigação sobre o triplo homicídio de três jovens de Campo Grande, mortos em abril, em Campo Novo do Paresis. Wagner Felipe, 20, Wilquison Eduardo, 23 e Breno Gabriel, 21, foram sequestrados e executados por integrantes de uma quadrilha criminosa após levantarem suspeitas de que eram de fora da cidade. Seis pessoas foram acusadas. O caso vai a tribunal.
No total, seis pessoas foram acusadas de ligação direta com o crime, incluindo quatro adultos e dois jovens. Segundo as investigações, as vítimas foram sequestradas e mortas por integrantes de uma quadrilha criminosa. Mais tarde, os corpos foram escondidos numa floresta e a polícia localizou-os três dias depois do seu desaparecimento.
Segundo a Polícia Civil, dois adultos foram presos, um menor foi preso e outros três suspeitos estão foragidos. A investigação dos detidos representante da delegacia ainda não foi apurada.
O Ministério Público (MP) já acusou 3 criminosos de sequestro e cárcere privado, três homicídios, ocultação de corpo, corrupção de menores e integração em organização criminosa ultraviolenta.
As informações também constam da nova Lei nº 15.358/2026 de combate às organizações criminosas ultraviolentas.
O incidente ocorreu em abril. já foi anunciado Notícias de Campo GrandeWagner, Wilquisson e Breno desapareceram após deixarem uma residência para trabalhar em Campo Novo do Paresis. Os corpos foram encontrados em uma vala na zona rural do bairro Morechal Rondon.
Na época, o deputado Guilherme Kuiper relatou que o caso estava ligado à atuação de quadrilhas criminosas e que os jovens foram submetidos a uma “vaga criminal” após desconfiança por serem de fora da cidade.
A mãe de Wagner e Wilquison, Rubinia Rocha dos Santos, negou que seus filhos estivessem envolvidos em grupo criminoso e exigiu respostas das autoridades. Ele disse que os dois estavam viajando a trabalho e a família ainda tenta descobrir o que causou as mortes.
Segundo a Polícia Civil, a rápida localização dos corpos e identificação dos envolvidos representam a resposta dos familiares das vítimas. O processo segue agora para que o arguido seja responsabilizado em tribunal.










