Arqueólogos descobriram uma tumba de 3.000 anos perto da cidade de Luxor, no sul do Egito, disseram autoridades no domingo, a mais recente de uma série de descobertas que as autoridades esperam que impulsionem o turismo.
Uma missão arqueológica holandesa da Universidade de Leiden descobriu o túmulo no cemitério Sheikh Abdul Qurna, na margem oeste de Luxor, e foi determinado que pertencia a um homem chamado Paser, segundo o Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito.
Com base no estilo artístico das inscrições da tumba, os especialistas acreditam que a tumba data do período Ramsés, que abrangeu as dinastias 19 e 20 do Egito.
Eles acrescentaram que a tumba está localizada a leste de um cemitério anteriormente conhecido e segue o layout tradicional das tumbas privadas de Tebas do Novo Reino (1570-1069 aC).
É constituído por um pátio aberto que dá acesso a uma capela escavada na rocha em forma de “T” invertido com câmaras mortuárias escavadas no solo.
Os arqueólogos encontraram vários elementos arquitetônicos bem preservados no pátio, incluindo um banco de tijolos de barro usado para guardar estelas funerárias e uma escada ladeada por rampas inclinadas que conduziam à entrada.
Uma inscrição com o nome de Parcel o retrata adorando vários deuses dentro do templo e sentado no altar com sua esposa.
A equipe de escavação disse que mais documentação e pesquisas continuarão para determinar quem foi enterrado na tumba e para compreender melhor seu contexto histórico e arqueológico.







