Kyiv nega ter como alvo civis
O exército ucraniano disse ontem que atingiu apenas “alvos militares”, um dia depois de a Rússia ter acusado Kiev de disparar drones contra um hotel e café no sul ocupado da Ucrânia, matando 27 pessoas.
Autoridades instaladas pela Rússia na região de Kherson, no sul da Ucrânia, disseram que os mortos eram foliões que celebravam o Ano Novo e que dois dos mortos eram crianças, descrevendo o incidente como um “ato terrorista”.
Uma fonte das forças de defesa da Ucrânia confirmou a ocorrência de um ataque, mas disse que o ataque teve como alvo uma reunião militar fechada a civis.
O hotel onde Moscou afirma que o ataque ocorreu fica em Khorly, uma cidade turística do Mar Negro que o exército russo ocupa desde o início de 2022.
O governador da região empossado pela Rússia, Vladimir Saldo, publicou imagens na quinta-feira que pareciam mostrar o interior incendiado de um edifício, bem como fragmentos de corpos carbonizados.
Em comentários à AFP, o porta-voz do exército ucraniano, Dmytro Lykhoviy, acusou a Rússia de recorrer repetidamente à “desinformação e declarações falsas”.
“As Forças de Defesa da Ucrânia aderem às normas do direito humanitário internacional e atacam exclusivamente alvos militares inimigos”, disse ele.





















