Na véspera de uma visita à China, o líder russo Vladimir Putin criticou as sanções ocidentais quando a economia de seu país oscilou à beira da recessão, ferida por meio -fio comercial e o custo de sua guerra na Ucrânia.

A Rússia e a China se opunham em conjunto às sanções “discriminatórias” no comércio global, disse Putin em uma entrevista por escrito à agência oficial de notícias da China Xinhua publicada no sábado.

Putin estará na China, o maior parceiro comercial da Rússia, de domingo a quarta-feira em uma visita de quatro dias que o Kremlin chamou de “sem precedentes”.

O líder russo participará da cúpula de dois dias da Organização de Cooperação de Xangai (SCO) na cidade portuária de Tianjin, no norte da China. O SCO focado na segurança, fundado por um grupo de nações da Eurásia em 2001, expandiu para 10 membros permanentes que agora incluem o Irã e a Índia.

Putin então viajará para Pequim para manter conversas com o presidente chinês Xi Jinping e participar de um grande desfile militar na capital chinesa que comemora o fim da Segunda Guerra Mundial após a rendição formal do Japão.

West deu um tapa em várias rodadas de sanções à Rússia desde que invadiu a Ucrânia em 2022.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que pode impor sanções “maciças” à Rússia, dependendo se o progresso era possível em sua tentativa de garantir um acordo de paz.

Putin e Xi declararam uma parceria estratégica “sem limites” em 2022. Os dois se reuniram mais de 40 vezes na última década.

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